Os atentados ao Presidente e Primeiro Ministro de Timor Leste, são o corolário dos jogos de interesses que a simples razão de ser possuidor de importantes jazidas de petróleo, suscita e provoca a constante instabilidade.
Em Timor também existem importantes plantações de café. Sabendo nós que um quilo de café custa mais caro que o equivalente de petróleo, sugerimos mais reflexão aos facínoras do poder financeiro, porque a morte está há distância de um suspiro.
Quanto ao facto em si, e a acreditar nas noticias dos média, não compreendemos como é possível que após uma hora de tiroteio e morto o indiciado cabecilha da acção, alguém tenha baleado o Presidente Ramos Horta.
Estamos convictos que, neste caso, até a policia judiciária faria um brilharete.
Blog de intervenção e reflexão e alguma literatura, numa salada que pretendo harmoniosa e saudável.
12/02/2008
11/02/2008
CORRUPÇÃO (II)
Os estados são todos corruptos?!
Os serviços secretos são instigados à corrupção para obterem informações.
As policias de todo o mundo,pagam as informações, corrompendo marginais e não só.
Há testemunhas pagas para depor em tribunal Sobre causas onde,por vezes, nem conhecem os intervenientes na contenda.
As grandes empresas praticam a espionagem, Industrial ou Comercial, e pagam bem as informações dos traidores.
Há chefes que premeiam os delatores, com promoções e outras mordomias.
Nos concursos públicos de vulto, há sempre alguma informação restrita, sobre alterações previstas ao projecto, que vão projectar os custos e que não são do conhecimento de todos os concorrentes.
Há também a coacção fisica, as ameaças de morte, sobre quem decide ou um familiar querido. Sendo a vida o bem mais precioso, este é o meio mais caro para corromper.
As coisas só se descobrem se houver falha de pagamento. Mas mesmo nestes casos, a teia é tão densa que só a arraia miúda é implicada.
Entre pares, quem é que não gosta de saber o que pensa e faz, ou se propõe fazer, o outro lado?
E vale tudo...
Os serviços secretos são instigados à corrupção para obterem informações.
As policias de todo o mundo,pagam as informações, corrompendo marginais e não só.
Há testemunhas pagas para depor em tribunal Sobre causas onde,por vezes, nem conhecem os intervenientes na contenda.
As grandes empresas praticam a espionagem, Industrial ou Comercial, e pagam bem as informações dos traidores.
Há chefes que premeiam os delatores, com promoções e outras mordomias.
Nos concursos públicos de vulto, há sempre alguma informação restrita, sobre alterações previstas ao projecto, que vão projectar os custos e que não são do conhecimento de todos os concorrentes.
Há também a coacção fisica, as ameaças de morte, sobre quem decide ou um familiar querido. Sendo a vida o bem mais precioso, este é o meio mais caro para corromper.
As coisas só se descobrem se houver falha de pagamento. Mas mesmo nestes casos, a teia é tão densa que só a arraia miúda é implicada.
Entre pares, quem é que não gosta de saber o que pensa e faz, ou se propõe fazer, o outro lado?
E vale tudo...
10/02/2008
REFLEXÕES SOBRE O SER
Dou por mim a pensar que somos todos frutos do acaso. Concebidos de forma dita natural ou fabricados, induzidos em laboratório, só chegamos a Ser porque não ocorreram acidentes impeditivos.
Há quem defenda que a vida das pessoas se rege pelos mesmos principios, de luta pela afirmação sobrevivência, travada no colo uterino pela vitória, entre milhões, do candidato a Ser.
Quer isto dizer que somos todos vencedores, os que por aqui andamos. E é nesta qualidade que nos animamos na continuidade da luta pelo poder.
Todavia, ao longo dos milhões de anos de Sermos, fomos aperfeiçoando as regras de convivência entre clãs e entre grupos de clãs, e entre Seres entre si.
Nos últimos 200 anos o Ser que somos, deu um salto significativo na dignificação da espécie, alterando comportamentos autocráticos e de superioridade rácica, igualizando todos os Seres nos níveis de oportunidades e permitindo, depois , que a luta se trave pela superioridade de riqueza acumulada e não já pelo direito a existir como Ser.
Não obstante este avanço de mentalidades, grande parte do mundo ainda vive sobre leis que protejem os continuadores da saga medieval dos grandes senhores.
E chegados a este estádio de desenvolvimento, lembro que os Indios Americanos davam grande importância ao Conselho dos anciãos.
continua...
Há quem defenda que a vida das pessoas se rege pelos mesmos principios, de luta pela afirmação sobrevivência, travada no colo uterino pela vitória, entre milhões, do candidato a Ser.
Quer isto dizer que somos todos vencedores, os que por aqui andamos. E é nesta qualidade que nos animamos na continuidade da luta pelo poder.
Todavia, ao longo dos milhões de anos de Sermos, fomos aperfeiçoando as regras de convivência entre clãs e entre grupos de clãs, e entre Seres entre si.
Nos últimos 200 anos o Ser que somos, deu um salto significativo na dignificação da espécie, alterando comportamentos autocráticos e de superioridade rácica, igualizando todos os Seres nos níveis de oportunidades e permitindo, depois , que a luta se trave pela superioridade de riqueza acumulada e não já pelo direito a existir como Ser.
Não obstante este avanço de mentalidades, grande parte do mundo ainda vive sobre leis que protejem os continuadores da saga medieval dos grandes senhores.
E chegados a este estádio de desenvolvimento, lembro que os Indios Americanos davam grande importância ao Conselho dos anciãos.
continua...
PAIS BIOLÓGICOS
Não acreditamos que um pai, que não tenha conhecido o filho ,nos primeiros dois anos de vida, fruto de uma ligação esporádica; que tenha posto em dúvida ser de sua autoria,venha dizer que tem um sentimento forte de amor e reclamar a devolução do mesmo.
Pode até ser. Mas não acretitamos.
As noticias que trazem ao nosso conhecimento os dramas de famílias e crianças, estas disputadas em tribunal como mercadoria, mostram-nos um mundo preverso e hediondo que a razão ignora para gáudio da afirmação do sujeito entretido em alimentar o sonho de ser, ao menos uma vez, o actor principal.
Pode até ser. Mas não acretitamos.
As noticias que trazem ao nosso conhecimento os dramas de famílias e crianças, estas disputadas em tribunal como mercadoria, mostram-nos um mundo preverso e hediondo que a razão ignora para gáudio da afirmação do sujeito entretido em alimentar o sonho de ser, ao menos uma vez, o actor principal.
09/02/2008
MEMÓRIAS DA GUERRA
O sol tórrido de Julho, manhã cedo, já alagava os pescoços dos soldados e atraía a mosquitagem sedenta, queimando as frontes latejantes dos que, bem atentos, íam picando a estrada de terra amarela avermelhada ao longo do percurso de 8 quilómetros.
O grupo da frente, os picas, pé após pica e novamente pé, na tentativa de detectar mina ou armadilha, detinha a responsabilidade e o risco.
Para tráz, estrada liberta do medo traiçoeiro, ficavam emboscados os pelotões , cada um de quatro, na espessa floresta de tons verdes contrastando com o amarelo do capim.
Chegados ao local, os homens do último pelotão e a milicia que lhes servia de escudo avançado, tomaram posição nas bermas da estrada, sobre a protecção quente e humida da mata.
Por uns breves momentos, a memória alcançava outras paragens, momentos de meninos, outras guerras, os pais, os amores.
O perfume adocicado dos cajueiros, nesperas de África no aroma. O olhar atento dos vigias. Ouviram-se, enfim, o roncar das berliets que se aproximavam, dois terços percorridos sem incidentes
Os homens, impacientes, subiram para as camionetas carregadas de víveres, e alguns sorrisos procuravam desanuviar a tensão das horas anteriores.
Ao iniciar da marcha, Blooommm!..., Uma forte e inexperada explosão, atirou ao ar homens e fardos de comida, como se houvesse uma falha de gravidade.
Os homens espalharam-se pelas bermas e disparavam em todas as direcções, sem nexo.
Depois nada, o silêncio e de repente, um grito lancinante do motorista da primeira camioneta: não, não me deixem morrer. Quero ver o meu filho.
A perna presa por tendões, junto ao joelho. Era grave O comandante pede um helicoptero via rádio. Que não. Os gritos do motorista: quero ver o meu filho. E o quartel general dando instruções, o heli teria de vir de Bissau.
A coluna reorganizou-se. Apesar das picas, o adversário usava outras técnicas, os fornilhos comandados à distância, cujos explosivos são enterrados mais fundo e com antecedência, tornando a detecção quase impossivel com os métodos artesanais.
Apesar dos esforços do enfermeiro, o motorista não iria conhecer o seu filho. E o filho deste homem não vai saber que o pai morreu sem glória, de uma forma torpe ao serviço de interesses
mesquinhos.
Os milicias Africanos que deviam ir na frente recusavam. O chefe deles, corajoso e leal aos compromissos, gritava com eles para que tomassem as posições. E deu o exemplo, procurando arrastá-los, correu para a frente das viaturas e Blooommmm!, nova explosão e já só o corpo dele em pedaços que ninguém iria chorar.
Perdemos a confiança nos milicias. Se eles tinham recusado é porque estavam coniventes. Corrompidos.
Alguns de nós, vencido, de todo,o cansaço, tomámos a dianteira da coluna e regressámos sem mais incidentes.
O grupo da frente, os picas, pé após pica e novamente pé, na tentativa de detectar mina ou armadilha, detinha a responsabilidade e o risco.
Para tráz, estrada liberta do medo traiçoeiro, ficavam emboscados os pelotões , cada um de quatro, na espessa floresta de tons verdes contrastando com o amarelo do capim.
Chegados ao local, os homens do último pelotão e a milicia que lhes servia de escudo avançado, tomaram posição nas bermas da estrada, sobre a protecção quente e humida da mata.
Por uns breves momentos, a memória alcançava outras paragens, momentos de meninos, outras guerras, os pais, os amores.
O perfume adocicado dos cajueiros, nesperas de África no aroma. O olhar atento dos vigias. Ouviram-se, enfim, o roncar das berliets que se aproximavam, dois terços percorridos sem incidentes
Os homens, impacientes, subiram para as camionetas carregadas de víveres, e alguns sorrisos procuravam desanuviar a tensão das horas anteriores.
Ao iniciar da marcha, Blooommm!..., Uma forte e inexperada explosão, atirou ao ar homens e fardos de comida, como se houvesse uma falha de gravidade.
Os homens espalharam-se pelas bermas e disparavam em todas as direcções, sem nexo.
Depois nada, o silêncio e de repente, um grito lancinante do motorista da primeira camioneta: não, não me deixem morrer. Quero ver o meu filho.
A perna presa por tendões, junto ao joelho. Era grave O comandante pede um helicoptero via rádio. Que não. Os gritos do motorista: quero ver o meu filho. E o quartel general dando instruções, o heli teria de vir de Bissau.
A coluna reorganizou-se. Apesar das picas, o adversário usava outras técnicas, os fornilhos comandados à distância, cujos explosivos são enterrados mais fundo e com antecedência, tornando a detecção quase impossivel com os métodos artesanais.
Apesar dos esforços do enfermeiro, o motorista não iria conhecer o seu filho. E o filho deste homem não vai saber que o pai morreu sem glória, de uma forma torpe ao serviço de interesses
mesquinhos.
Os milicias Africanos que deviam ir na frente recusavam. O chefe deles, corajoso e leal aos compromissos, gritava com eles para que tomassem as posições. E deu o exemplo, procurando arrastá-los, correu para a frente das viaturas e Blooommmm!, nova explosão e já só o corpo dele em pedaços que ninguém iria chorar.
Perdemos a confiança nos milicias. Se eles tinham recusado é porque estavam coniventes. Corrompidos.
Alguns de nós, vencido, de todo,o cansaço, tomámos a dianteira da coluna e regressámos sem mais incidentes.
Autor: João Raimundo
OS IDOSOS POIS...POIS...
Os idosos, pois...pois...
Alguns mal podem andar. Alguns não têm ninguém. E a lei que lhes permite,pomposamente, o direito de usufruir de uma melhoria no seu rendimento, o considerado complemento solidário que os coloca no limite da considerada pobreza, é de difícil alcance para muitos.
Oito folhas de papel. E têm que se deslocar. E se tem filhos ricos ou remediados. Se tem casas, quintas a render.
Há 50 anos, num regime autocrático, que abomino, havia a figura da visitadora, no ambito das casas de pescadores, que visitavam cada família e ali mesmo aquilatavam das suas dificuldades,remendando aqui e ali, com parca ajuda,mas tudo na graça do Senhor.
A junta de freguesia ajudava as crianças mais carentes, com livros e material escolar, algumas juntas de freguesia. Esmolas da despótica nação. Não é isto que queremos.
Em relação a este complemento solidário para que os idosos não vivam abaixo do limiar da pobreza, defendemos que deveriam ser acompanhados pelas juntas de freguesia que são quem melhor os devia conhecer e à sua situação económica.
Exigimos medidas mais simples e de proximidade, para que o dito bónus chegue a todos ainda em tempo útill.
Alguns mal podem andar. Alguns não têm ninguém. E a lei que lhes permite,pomposamente, o direito de usufruir de uma melhoria no seu rendimento, o considerado complemento solidário que os coloca no limite da considerada pobreza, é de difícil alcance para muitos.
Oito folhas de papel. E têm que se deslocar. E se tem filhos ricos ou remediados. Se tem casas, quintas a render.
Há 50 anos, num regime autocrático, que abomino, havia a figura da visitadora, no ambito das casas de pescadores, que visitavam cada família e ali mesmo aquilatavam das suas dificuldades,remendando aqui e ali, com parca ajuda,mas tudo na graça do Senhor.
A junta de freguesia ajudava as crianças mais carentes, com livros e material escolar, algumas juntas de freguesia. Esmolas da despótica nação. Não é isto que queremos.
Em relação a este complemento solidário para que os idosos não vivam abaixo do limiar da pobreza, defendemos que deveriam ser acompanhados pelas juntas de freguesia que são quem melhor os devia conhecer e à sua situação económica.
Exigimos medidas mais simples e de proximidade, para que o dito bónus chegue a todos ainda em tempo útill.
03/02/2008
VENCER É UMA PRIORIDADE
Não desanimar. Vencer!
Cada pessoa é uma vontade em movimento.
Só a pessoa em movimento é capaz de mobilizar as vontades dispersas que há em cada um de nós.
O mar agiganta-se junto à costa, vai e vem. Esbate-se con violência contra os obstáculos que colocamos para impedir o galopante avanço. Vai e vem. E por vezes rompe as barreiras impostas, por mais intransponíveis que pareçam.
Existem situações de desespero. Pessoas que se automotilam, que se abatem, porque não encontram uma palavra de esperança. Um pai, um irmão, um amigo.
Digo-vos: Esperança ! Vencer!
Creiam que não são palavras vãs. É tudo uma questão do tempo que medeia entre o acontecimento e a sua resolução.
É tempo de vencer. De acreditarmos nas nossas potencialidades para dar um novo rumo à vida que parece inerte e sem sabor.
Cada pessoa é uma vontade em movimento.
Só a pessoa em movimento é capaz de mobilizar as vontades dispersas que há em cada um de nós.
O mar agiganta-se junto à costa, vai e vem. Esbate-se con violência contra os obstáculos que colocamos para impedir o galopante avanço. Vai e vem. E por vezes rompe as barreiras impostas, por mais intransponíveis que pareçam.
Existem situações de desespero. Pessoas que se automotilam, que se abatem, porque não encontram uma palavra de esperança. Um pai, um irmão, um amigo.
Digo-vos: Esperança ! Vencer!
Creiam que não são palavras vãs. É tudo uma questão do tempo que medeia entre o acontecimento e a sua resolução.
É tempo de vencer. De acreditarmos nas nossas potencialidades para dar um novo rumo à vida que parece inerte e sem sabor.
30/01/2008
A MULHER PORTUGUESA
A mulher Portuguesa tem sido objecto, pelo menos uma vez no ano, de condecorações por serviços prestados ao país ou por se ter distinguido numa determinada área de igual relevo e valor reconhecido. A maioria de nós nunca tinha ouvido falar de tais personalidades.
Todos nós conhecemos mulheres coragem que no dia a dia das nossas vidas, labutam, enfrentam torrentes de dificuldades e dramas.
Mulheres que oferecem toda a sua virtude em tentar salvar um filho caído nas malhas da droga.
Para que não seja mais um indigente a afligir as vidas dos outros. Sofrem, aguentam, trabalham, endividam-se e cantam primaveras na ribalta da vida. Anos e anos de continuidade sem perder a esperança que só a morte cala e à vezes conseguem, sem o apoio de ninguém. Ninguém!!
Famílias destruídas pela ganância do dinheiro fácil. Criminosos sem lei que engordam pela desgraça de uns milhares de cérebros sonegados ao país. Gerações destroçadas. Quem paga?
Propomos que no próximo dia 10 de Junho, o Senhor Presidente da República condecore uma mulher coragem.
Propomos que o governo crie uma linha de apoio financeiro, no âmbito do Instituto da droga e toxidependência, de apoio à reconstituição dos niveis de vida aceitáveis (como pagamento de dividas)das famílias afectadas.
Todos nós conhecemos mulheres coragem que no dia a dia das nossas vidas, labutam, enfrentam torrentes de dificuldades e dramas.
Mulheres que oferecem toda a sua virtude em tentar salvar um filho caído nas malhas da droga.
Para que não seja mais um indigente a afligir as vidas dos outros. Sofrem, aguentam, trabalham, endividam-se e cantam primaveras na ribalta da vida. Anos e anos de continuidade sem perder a esperança que só a morte cala e à vezes conseguem, sem o apoio de ninguém. Ninguém!!
Famílias destruídas pela ganância do dinheiro fácil. Criminosos sem lei que engordam pela desgraça de uns milhares de cérebros sonegados ao país. Gerações destroçadas. Quem paga?
Propomos que no próximo dia 10 de Junho, o Senhor Presidente da República condecore uma mulher coragem.
Propomos que o governo crie uma linha de apoio financeiro, no âmbito do Instituto da droga e toxidependência, de apoio à reconstituição dos niveis de vida aceitáveis (como pagamento de dividas)das famílias afectadas.
DESEMPREGADOS E HUMILHADOS
O desemprego, sendo um flagelo que afecta algumas centenas de milhar de Portugueses, tem, por parte do estado, uma protecção pecuniária mensal e um staff de apoio nos centros de emprego, à procura activa de trabalho e formação profissional, para cada um dos inscritos e que satisfaçam os requisitos.
Todas as normas subsequentes, apresentações periódicas...etc..., tiveram a aprovação, senão expressa, tácita dos parceiros sociais, empregadores, sindicatos e partidos políticos.
A realidade é:
Os centros de emprego estão repletos de desempregados que aguardam a sua vez para serem atendidos, amontoados em condições pouco salubre, despojados, inertes.
São convocados para apresentações periódicas em locais predeterminados, sobre pena de, faltando sem justificação aceitável, ser-lhes cortado o apoio financeiro, quer tenham vinte ou 60 e mais anos.
A formação é diminuta.
Os desempregados não têm direito ao chamado subsidio de Natal.
Obrigam pessoas com 60 e mais anos a responderem a anúncios de emprego, quando a idade máxima das ofertas se situa nos 45 anos, para fazerem prova de procura activa de emprego.
Os desempregados exigem mais respeito pela sua situação, involuntária e traumatizante.
Os desempregados com 60 e mais anos devem ser isentos de apresentações periódicas.
Há demasiados funcionários nos centros de emprego para o serviço prestado.Trabalham muito lentamente ou não estão a ser bem aproveitados.
Todas as normas subsequentes, apresentações periódicas...etc..., tiveram a aprovação, senão expressa, tácita dos parceiros sociais, empregadores, sindicatos e partidos políticos.
A realidade é:
Os centros de emprego estão repletos de desempregados que aguardam a sua vez para serem atendidos, amontoados em condições pouco salubre, despojados, inertes.
São convocados para apresentações periódicas em locais predeterminados, sobre pena de, faltando sem justificação aceitável, ser-lhes cortado o apoio financeiro, quer tenham vinte ou 60 e mais anos.
A formação é diminuta.
Os desempregados não têm direito ao chamado subsidio de Natal.
Obrigam pessoas com 60 e mais anos a responderem a anúncios de emprego, quando a idade máxima das ofertas se situa nos 45 anos, para fazerem prova de procura activa de emprego.
Os desempregados exigem mais respeito pela sua situação, involuntária e traumatizante.
Os desempregados com 60 e mais anos devem ser isentos de apresentações periódicas.
Há demasiados funcionários nos centros de emprego para o serviço prestado.Trabalham muito lentamente ou não estão a ser bem aproveitados.
27/01/2008
CORRUPÇÃO ( I )
O Dr. Marinho Pinto falou de corrupção em altas figuras do estado e aqui del-rei, que a república vai abaixo.
Muita gente sabe que as sociedades estão minadas pela corrupção. Sempre estiveram. Está inerente à condição humana da vida. Os gestores mandam os executivos corromper. Os detentores de algum poder de decisão dão a entender que estão permeáveis.
Perguntamos, porquê tanto alarido?
Milhares de pessoas falam de corrupção diariamente e é como o ditado "quando os cães ladram a caravana passa ". Mas se for o Dr. João Cravinho, o Dr Marinho Pinto, ou outra considerada figura do sistema, é preciso que não insistam. Saber com que propósitos o fazem. Está em risco a Democracia.
Muita gente sabe que os grandes empreendimentos são uma fonte de receita de milhões para muitos dos intervenientes. Há sempre derrapagens no acerto final, as quais, por vezes, duplicam o preço inicial. E nós, os da ralé, Hilotas das sociedades modernas, assistimos impotentes, a medidas de controlo que raiam a Utopia.
Muita gente sabe que as sociedades estão minadas pela corrupção. Sempre estiveram. Está inerente à condição humana da vida. Os gestores mandam os executivos corromper. Os detentores de algum poder de decisão dão a entender que estão permeáveis.
Perguntamos, porquê tanto alarido?
Milhares de pessoas falam de corrupção diariamente e é como o ditado "quando os cães ladram a caravana passa ". Mas se for o Dr. João Cravinho, o Dr Marinho Pinto, ou outra considerada figura do sistema, é preciso que não insistam. Saber com que propósitos o fazem. Está em risco a Democracia.
Muita gente sabe que os grandes empreendimentos são uma fonte de receita de milhões para muitos dos intervenientes. Há sempre derrapagens no acerto final, as quais, por vezes, duplicam o preço inicial. E nós, os da ralé, Hilotas das sociedades modernas, assistimos impotentes, a medidas de controlo que raiam a Utopia.
É PROÍBIDO CUSPIR NA RUA
Os humanos são parte integrante do reino animal mas, como fomos nós quem definiu o conceito, aparecemos como a espécie dominante. A única inteligente. Racional.
Organizámos a vida em sociedade editando milhares de leis, que proíbem ou permitem certos actos e atitudes, e reprimimos com multas e prisões os que, sem álibi ou defesa que baste, são apanhados nas infracções.
Fumar em recintos fechados. É preciso fazer uma lei para para regular um prazer ou vicio de alguns, quando se trata simplesmente duma lei natural de boa educação?
Cuspir no chão, escarrar. É um hábito antigo e moderno dos Portugueses. Na vila onde moro, existe uma rua onde se torna necessário ziguezaguear por entre manchas dos ditos. Para quando o decreto a proibir escarrar nas ruas?
A disciplina de cidadania no curriculum escolar é uma medida que vai permitir erradicar, dentro de alguns anos muitos dos atropelos verificados no dia a dia. Mas os mestres têm que dar o exemplo.
A grande tarefa que o nosso povo tem de executar quanto antes, é a educação.
Não passar à frente nas filas de espera...
Não pisar ninguém que pareça mais fraco...
Não matar...
Não cobiçar a mulher do próximo...
E é então que surgem os teóricos da humanidade à sua medida.
A selecção natural. Dos fracos não reza a história. Oportunidades iguais. E que cada um mostre o que vale.
EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO, sâo as duas vertentes para um mesmo fim: colocar portugal num nível superior de desenvolvimento.
Organizámos a vida em sociedade editando milhares de leis, que proíbem ou permitem certos actos e atitudes, e reprimimos com multas e prisões os que, sem álibi ou defesa que baste, são apanhados nas infracções.
Fumar em recintos fechados. É preciso fazer uma lei para para regular um prazer ou vicio de alguns, quando se trata simplesmente duma lei natural de boa educação?
Cuspir no chão, escarrar. É um hábito antigo e moderno dos Portugueses. Na vila onde moro, existe uma rua onde se torna necessário ziguezaguear por entre manchas dos ditos. Para quando o decreto a proibir escarrar nas ruas?
A disciplina de cidadania no curriculum escolar é uma medida que vai permitir erradicar, dentro de alguns anos muitos dos atropelos verificados no dia a dia. Mas os mestres têm que dar o exemplo.
A grande tarefa que o nosso povo tem de executar quanto antes, é a educação.
Não passar à frente nas filas de espera...
Não pisar ninguém que pareça mais fraco...
Não matar...
Não cobiçar a mulher do próximo...
E é então que surgem os teóricos da humanidade à sua medida.
A selecção natural. Dos fracos não reza a história. Oportunidades iguais. E que cada um mostre o que vale.
EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO, sâo as duas vertentes para um mesmo fim: colocar portugal num nível superior de desenvolvimento.
23/01/2008
E O AMOR É !
Gostar, amar, a si próprio, com tudo o que compõe o ser que somos,externa e interiormente.
Eu costumo dizer que o cumulo do amor por si próprio, não é olhar a imagem reflectida na água ou no espelho e achar-se belo ou bela, segundo padrões subjectivos que diferem, as mais das vezes da relação ser/parecer, mas sim, o deliciar-se, gostar, dos aromas exalados, incluindo os que expelimos do interior de nós, através dos gazes ( vulgarmente chamados " bufas " ).
Gostar de si, e ou, do seu par, em absoluto.
O amor é uma paixão continua que não se extingue, ainda que subsistam problemas angustiantes na vida dos parceiros, se os aromas os prenderem e estimularem para os solver em conjunto.
O grande problema das desavenças conjugais é este desencontro entre o parecer (aromas comprados na perfumaria, atavios desproporcionados, linguagem desleal) e o ser, os aromas puros, a lealdade no projecto.
E é pela manhã que a verdade nua e crua se evidencia. Deitámos extasiados com os perfumes que aceitámos como padrão e aos poucos, pela manhã, ao acordar, o amor vai-se indo. E qualquer diferença de opinião, torna-se numa tempestade.
Relembro as mulheres que exalavam o aroma do cio, sob as sais curtas, quando subiam para os eléctricos de Lisboa, pela manhã, lavadas. Quantas mulheres eu não amei, sem ter amado?! E fiquei com uma delas para sempre.
Eu costumo dizer que o cumulo do amor por si próprio, não é olhar a imagem reflectida na água ou no espelho e achar-se belo ou bela, segundo padrões subjectivos que diferem, as mais das vezes da relação ser/parecer, mas sim, o deliciar-se, gostar, dos aromas exalados, incluindo os que expelimos do interior de nós, através dos gazes ( vulgarmente chamados " bufas " ).
Gostar de si, e ou, do seu par, em absoluto.
O amor é uma paixão continua que não se extingue, ainda que subsistam problemas angustiantes na vida dos parceiros, se os aromas os prenderem e estimularem para os solver em conjunto.
O grande problema das desavenças conjugais é este desencontro entre o parecer (aromas comprados na perfumaria, atavios desproporcionados, linguagem desleal) e o ser, os aromas puros, a lealdade no projecto.
E é pela manhã que a verdade nua e crua se evidencia. Deitámos extasiados com os perfumes que aceitámos como padrão e aos poucos, pela manhã, ao acordar, o amor vai-se indo. E qualquer diferença de opinião, torna-se numa tempestade.
Relembro as mulheres que exalavam o aroma do cio, sob as sais curtas, quando subiam para os eléctricos de Lisboa, pela manhã, lavadas. Quantas mulheres eu não amei, sem ter amado?! E fiquei com uma delas para sempre.
TERRORISMO (II)
A morte de 26.000 crianças por dia, no mundo é o fruto da ganância e da corrupção, sem limites, de governos, laboratórios e outros intervenientes a que não somos alheios, por inércia ou compadrio.
Estamos perante um acto terrorista global, para o qual não se vislumbra qualquer solução de curto prazo.
A solução, para alguns grupos farmacêuticos, seria que estas crianças em risco fossem oferecidas para cobaias. Sempre se salvariam algumas.
Para outros, todas as crianças em risco, deveriam ser prometidas como mão de obra ao custo da refeição diária. Sempre se salvariam outras tantas.
A Ajuda alimentar é, na maioria das vezes, desviada para obtenção de lucros.
A ajuda medicamentosa, idem.
E a burocracia?
Sei de uma editora que esperou largos meses, com milhares de livros encaixotados, a aguardar autorização de embarque para Angola.
A doação de usados ( roupas, brinquedos, maquinas do lar, mobilias,etc.) que os povos abastados oferecem a associações de natureza humanitária, são muitas vezes subtraídos, numa primeira escolha, pelos prórios antes de serem enviados aos locais de carência.
E depois, há o transporte. Sugeria que todos os aviões comerciais reservassem um espaço no porão de bagagem, para carga de bens humanitários.
É mais fácil transportar droga, armas e outros bens que viajam à borla e aquecem os bolsos de muita gente dita de bem.
Estamos perante um acto terrorista global, para o qual não se vislumbra qualquer solução de curto prazo.
A solução, para alguns grupos farmacêuticos, seria que estas crianças em risco fossem oferecidas para cobaias. Sempre se salvariam algumas.
Para outros, todas as crianças em risco, deveriam ser prometidas como mão de obra ao custo da refeição diária. Sempre se salvariam outras tantas.
A Ajuda alimentar é, na maioria das vezes, desviada para obtenção de lucros.
A ajuda medicamentosa, idem.
E a burocracia?
Sei de uma editora que esperou largos meses, com milhares de livros encaixotados, a aguardar autorização de embarque para Angola.
A doação de usados ( roupas, brinquedos, maquinas do lar, mobilias,etc.) que os povos abastados oferecem a associações de natureza humanitária, são muitas vezes subtraídos, numa primeira escolha, pelos prórios antes de serem enviados aos locais de carência.
E depois, há o transporte. Sugeria que todos os aviões comerciais reservassem um espaço no porão de bagagem, para carga de bens humanitários.
É mais fácil transportar droga, armas e outros bens que viajam à borla e aquecem os bolsos de muita gente dita de bem.
21/01/2008
TERRORISMO! ( I )
Está na moda chamar terrorismo, a todos os que nos atacam sem aviso prévio.
Sendo o terrorismo uma prática antiga, que espalhou a desolação por todos os povos do mundo conhecido, e que se manifesta de formas variadas,mesmo nas chamadas democracias, dou por mim a reflectir sobre terrorismo e terroristas no último meio século.
Começando por nós, Portugueses, que durante mais de uma dezena de anos chamámos terroristas aos guerrilheiros Africanos que se sublevaram em Angola Guiné e Moçambique, quando usavam as técnicas militares que melhor os serviam, manifestando, embora, ódios acumulados nos longos anos de servidão e maus tratos.
Lembro as armadilhas que se colocavam nos trilhos e estradas de terra batida. Os assaltos a aldeias indefesas, as emboscadas em que se matava, por engano, mulheres e crianças.
Aldeias a arder. Animais fugindo espavoridos. Crianças seviciadas sexualmente, sodomisadas.
Os bárbaros, Tártaros, Cruzados...
Os Americanos não. É tudo em defesa da Democracia e dos valores Ocidentais. Napalm, bombas atómicas, armas de destruição massiva.
Os Árabes, terroristas apontados, nos nossos dias, utilizam armas e técnicas compradas aos garantes dos valores ocidentais. São formados e até serviram os ditos valores e ou interesses.
Eu digo que existem mais formas de terror,voltarei ao assunto.
Sendo o terrorismo uma prática antiga, que espalhou a desolação por todos os povos do mundo conhecido, e que se manifesta de formas variadas,mesmo nas chamadas democracias, dou por mim a reflectir sobre terrorismo e terroristas no último meio século.
Começando por nós, Portugueses, que durante mais de uma dezena de anos chamámos terroristas aos guerrilheiros Africanos que se sublevaram em Angola Guiné e Moçambique, quando usavam as técnicas militares que melhor os serviam, manifestando, embora, ódios acumulados nos longos anos de servidão e maus tratos.
Lembro as armadilhas que se colocavam nos trilhos e estradas de terra batida. Os assaltos a aldeias indefesas, as emboscadas em que se matava, por engano, mulheres e crianças.
Aldeias a arder. Animais fugindo espavoridos. Crianças seviciadas sexualmente, sodomisadas.
Os bárbaros, Tártaros, Cruzados...
Os Americanos não. É tudo em defesa da Democracia e dos valores Ocidentais. Napalm, bombas atómicas, armas de destruição massiva.
Os Árabes, terroristas apontados, nos nossos dias, utilizam armas e técnicas compradas aos garantes dos valores ocidentais. São formados e até serviram os ditos valores e ou interesses.
Eu digo que existem mais formas de terror,voltarei ao assunto.
14/01/2008
"SIC A GANHAR É QUE A GENTE SE ENTENDE"
" A Ganhar é que a gente se entende ",traz-me à memória um outro slogan que me parece mais apropriado: "A LER É QUE A GENTE SE ENTENDE". Não sei quem plagiou quem, mas adiante.
Um amigo meu que assistia ao programa da SIC " A ganhar é que a gente se entende", fez uns telefonemas, a partir de casa, e foi seleccionado para participar no passatempo "Quem é Quem", isto depois de gastar umas dezenas de euros em telefone.
Participou e ganhou.
Dois dias depois, recebeu uma carta da SIC confirmando que tinha ganho um prémio monetário,que seria pago no prazo máximo de 90 dias!...
O meu amigo aguardou.
Passados os 90 dias, enviou uma carta registada à SIC solicitando o pagamento do prémio.
Nada de resposta. Nada de prémio.
Enviou E-Mail e obteve como resposta que íam transmitir à produção.
Nada.
O meu amigo escreveu à Ercc, à Direcção Geral do Consumidor, à Asae, à Obercom, ao Correio dos leitores do Jornal Correio da Manhã,ao Correio dos leitores do Destak, e nada. Só a Asae respondeu dizendo que o assunto não era da sua competência.
O meu amigo obteve, enfim uma resposta da SIC, dizendo que havia atrasos nos pagamentos de prémios, mas que iria receber em finais de Janeiro,Fevereiro.
O que ressalta deste episódio é: A falta de resposta de entidades criadas para fiscalizar e ou para dar apoio ao consumidor.
A solidariedade de orgãos de comunicação social, quando se trata de reclamar situações referentes a outros orgãos congéneres.
A falta de protecção a que estão sujeitos os consumidores deste tipo de serviços, já que recorrerà justiça não é exequível, dada a pouca dimensão das importãncias.
Aqui deixo a minha solidariedade a todos os que esperam pagamento de prémios ganhos em concursos televisivos, deste ou de qualquer outro canal de TV.
Um amigo meu que assistia ao programa da SIC " A ganhar é que a gente se entende", fez uns telefonemas, a partir de casa, e foi seleccionado para participar no passatempo "Quem é Quem", isto depois de gastar umas dezenas de euros em telefone.
Participou e ganhou.
Dois dias depois, recebeu uma carta da SIC confirmando que tinha ganho um prémio monetário,que seria pago no prazo máximo de 90 dias!...
O meu amigo aguardou.
Passados os 90 dias, enviou uma carta registada à SIC solicitando o pagamento do prémio.
Nada de resposta. Nada de prémio.
Enviou E-Mail e obteve como resposta que íam transmitir à produção.
Nada.
O meu amigo escreveu à Ercc, à Direcção Geral do Consumidor, à Asae, à Obercom, ao Correio dos leitores do Jornal Correio da Manhã,ao Correio dos leitores do Destak, e nada. Só a Asae respondeu dizendo que o assunto não era da sua competência.
O meu amigo obteve, enfim uma resposta da SIC, dizendo que havia atrasos nos pagamentos de prémios, mas que iria receber em finais de Janeiro,Fevereiro.
O que ressalta deste episódio é: A falta de resposta de entidades criadas para fiscalizar e ou para dar apoio ao consumidor.
A solidariedade de orgãos de comunicação social, quando se trata de reclamar situações referentes a outros orgãos congéneres.
A falta de protecção a que estão sujeitos os consumidores deste tipo de serviços, já que recorrerà justiça não é exequível, dada a pouca dimensão das importãncias.
Aqui deixo a minha solidariedade a todos os que esperam pagamento de prémios ganhos em concursos televisivos, deste ou de qualquer outro canal de TV.
13/01/2008
MINISTRO INDIGNADO
Portugal,Domingo 13 de Janeiro de 2008.
Uma noticia, em caixa, no jornal Correio da Manhã, dá conta da indignação do Ministro das Finanças por o Eurostast ter aprovado, uma semana antes, novas normas que obrigam o registo contabilistico das despesas militares, no ano em que é feita a entrega fisica do equipamento. O que vai,por certo, implicar novas atribulações para diminuir o défice.
Pergunta do povo:E quanto à nova lei da Segurança Social, que muda a forma de constituição das reformas a poucos anos do alcance dos direitos julgados adquiridos?
Seria bom que os homens se dessem conta que andamos todos no mesmo Universo inteligível.As situações podem ter alcance diverso, mas as consequências atingem na devida proporcionalidade, a cada um de nós.
E depois, teremos todos o mesmo fim irrisório...
Uma noticia, em caixa, no jornal Correio da Manhã, dá conta da indignação do Ministro das Finanças por o Eurostast ter aprovado, uma semana antes, novas normas que obrigam o registo contabilistico das despesas militares, no ano em que é feita a entrega fisica do equipamento. O que vai,por certo, implicar novas atribulações para diminuir o défice.
Pergunta do povo:E quanto à nova lei da Segurança Social, que muda a forma de constituição das reformas a poucos anos do alcance dos direitos julgados adquiridos?
Seria bom que os homens se dessem conta que andamos todos no mesmo Universo inteligível.As situações podem ter alcance diverso, mas as consequências atingem na devida proporcionalidade, a cada um de nós.
E depois, teremos todos o mesmo fim irrisório...
CÓDIGO DA ESTRADA
Em Setembro de 2006, um jovem é fiscalizado pela policia com uma taxa de 0,89 de álcool,
é condenado, sem audição, a pagar 500 euros de multa e inibição de conduzir por um periodo de 60 dias.
Em 31 de Dezembro 2007/ 01 Janeiro 2008, uma personalidade mediática é fiscalizado pela policia, com uma taxa de 1,6 de álcool, presente a tribunal é condenado a 400 euros, pagos à APPC, e aguarda para saber se tem de cumprir trabalho comunitário.
Em 10 de Janeiro de 2008, um padre, fiscalizado pela autoridade, com uma taxa de álcool de 1,7 é condenado a 6 meses de inibição de conduzir e 70 dias de multa à taxa de 10 euros/dia.
São apenas 3 casos de arbitrariedade de aplicação de justiça, entre muitos que têm sido noticiados, neste Portugal dos pequeninos.
O povo exige uma melhor definição da lei e da sua aplicação.
é condenado, sem audição, a pagar 500 euros de multa e inibição de conduzir por um periodo de 60 dias.
Em 31 de Dezembro 2007/ 01 Janeiro 2008, uma personalidade mediática é fiscalizado pela policia, com uma taxa de 1,6 de álcool, presente a tribunal é condenado a 400 euros, pagos à APPC, e aguarda para saber se tem de cumprir trabalho comunitário.
Em 10 de Janeiro de 2008, um padre, fiscalizado pela autoridade, com uma taxa de álcool de 1,7 é condenado a 6 meses de inibição de conduzir e 70 dias de multa à taxa de 10 euros/dia.
São apenas 3 casos de arbitrariedade de aplicação de justiça, entre muitos que têm sido noticiados, neste Portugal dos pequeninos.
O povo exige uma melhor definição da lei e da sua aplicação.
REFLEXÕES SOBRE A RESPOSTA
O homem. com a sua prodigiosa capacidade de criação, desenvolveu e revolucionou todo o sistema de vida do planeta, desde a sua eclosão como criatura.
A riquesa acomulada, nos dia de hoje, seria suficiente para que cada ser humano usufruisse dos bens criados, a seu bel prazer e sem desperdicios.
Porquê, então, esta luta pela destruição do que pertence a toda a humanidade?
Porquê este apropriar,por uns, das mais valias criadas por outros, arredando-os, logo que oportuno, dos beneficios da coisa criada, em nome da competetividade. Da pretensa compra da paternidade, porque se tem dinheiro?
Em todas as religiões há um apelo de Deus para que os ricos se despojem das suas riquezas.
Será que todos os ricos do mundo são ateus?
A riquesa acomulada, nos dia de hoje, seria suficiente para que cada ser humano usufruisse dos bens criados, a seu bel prazer e sem desperdicios.
Porquê, então, esta luta pela destruição do que pertence a toda a humanidade?
Porquê este apropriar,por uns, das mais valias criadas por outros, arredando-os, logo que oportuno, dos beneficios da coisa criada, em nome da competetividade. Da pretensa compra da paternidade, porque se tem dinheiro?
Em todas as religiões há um apelo de Deus para que os ricos se despojem das suas riquezas.
Será que todos os ricos do mundo são ateus?
06/12/2007
andanças
A noite é selváticamente serena.
O silvo irritante dos mosquitos,colide com o arfar abafado de alguém que se masturba, na individualidade do beliche, na intimidade inventada entre centena e meia.
Renato não dorme. Ansiedade.
Um rosto fixo na memória recente que se recusa a partir. A deixar que as coisas andem.
A despedida , no cais de embarque, as correrias de quem quer acompanhar o navio por terra, ou impedi-lo de se fazer ao mar.
As lágrimas que correm, alegremente , e turvam a visão.
A impotência de dizer não a esta partida forçada, imposta. Em nome da pátria.
Tinha pensado, insistentemente em fugir. falara-lhe, uma noite, com a cabeça deitada sobre as pernas dela, a saia subida, aspirando com deleite o aroma que lhe vinha do sexo.
Alexandra contrapunha com a punição. Crime de lesa pátria. E depois, ela acreditava na eternidade do nosso amor, não tinha como possível que me acidentasse tão longe.
Acreditava na vinda dele, Renato, ileso e pujante de vida para se fazerem ao mundo na força do amor que era o deles, como de ninguém mais.
Alexandra tinha-me pedido um dia uma definição de amor. Que coisa era esta, que sentimento, força, que queimava sem cesssar no peito e no cérebro, que se enredava na razão e se sobrepunha a que ocorresse um fio que fosse de lucidez e que explicasse a tempestade maravilhosa de nos sabermoos como um único, uma só vontade.,impelida para abismos de felicidade.
Renato, numa cama estranha, com odores diversos e ruídos sobrepostos, de dentro e de fora. tinham avisado que estaria eminente um ataque ao quartel. Era um hábito dos turras para testar as valias dos novos combatentes.
E agora, neste momento, como fazia sentido estudar, reflectir, inventar, criar, conceitos que dessem à palavra amor uma dimensão maior. Mas não só conceitos. Alianças firmadas entre as partes. A definição de amor, não pode sofrer interpretações subjectivas.
Fazer atrocidades às crianças ´´e tão criminoso dum lado como do outro.
E mete-se a religião. Os deuses quue se intrometeram nas diversas tribos que constituem o mundo humano.
O mundo ocidental. O mundo Islamico. E dentro de cada um, as subdivisões. seitas que se digladiam e enriquecem à margem dos incautos, arrastados por correntes, eivados da palavra transcrita do senhor.
Acordou cansado, com a ideia de pesadelos nocturnos e traços vincados nas faces tisnadas. Colocava-se perante o dia com a moral em baixo. E isso não era conveniente. Diria mesmo que era uma traição aos compromissos. Vencer! Vencer!
O silvo irritante dos mosquitos,colide com o arfar abafado de alguém que se masturba, na individualidade do beliche, na intimidade inventada entre centena e meia.
Renato não dorme. Ansiedade.
Um rosto fixo na memória recente que se recusa a partir. A deixar que as coisas andem.
A despedida , no cais de embarque, as correrias de quem quer acompanhar o navio por terra, ou impedi-lo de se fazer ao mar.
As lágrimas que correm, alegremente , e turvam a visão.
A impotência de dizer não a esta partida forçada, imposta. Em nome da pátria.
Tinha pensado, insistentemente em fugir. falara-lhe, uma noite, com a cabeça deitada sobre as pernas dela, a saia subida, aspirando com deleite o aroma que lhe vinha do sexo.
Alexandra contrapunha com a punição. Crime de lesa pátria. E depois, ela acreditava na eternidade do nosso amor, não tinha como possível que me acidentasse tão longe.
Acreditava na vinda dele, Renato, ileso e pujante de vida para se fazerem ao mundo na força do amor que era o deles, como de ninguém mais.
Alexandra tinha-me pedido um dia uma definição de amor. Que coisa era esta, que sentimento, força, que queimava sem cesssar no peito e no cérebro, que se enredava na razão e se sobrepunha a que ocorresse um fio que fosse de lucidez e que explicasse a tempestade maravilhosa de nos sabermoos como um único, uma só vontade.,impelida para abismos de felicidade.
Renato, numa cama estranha, com odores diversos e ruídos sobrepostos, de dentro e de fora. tinham avisado que estaria eminente um ataque ao quartel. Era um hábito dos turras para testar as valias dos novos combatentes.
E agora, neste momento, como fazia sentido estudar, reflectir, inventar, criar, conceitos que dessem à palavra amor uma dimensão maior. Mas não só conceitos. Alianças firmadas entre as partes. A definição de amor, não pode sofrer interpretações subjectivas.
Fazer atrocidades às crianças ´´e tão criminoso dum lado como do outro.
E mete-se a religião. Os deuses quue se intrometeram nas diversas tribos que constituem o mundo humano.
O mundo ocidental. O mundo Islamico. E dentro de cada um, as subdivisões. seitas que se digladiam e enriquecem à margem dos incautos, arrastados por correntes, eivados da palavra transcrita do senhor.
Acordou cansado, com a ideia de pesadelos nocturnos e traços vincados nas faces tisnadas. Colocava-se perante o dia com a moral em baixo. E isso não era conveniente. Diria mesmo que era uma traição aos compromissos. Vencer! Vencer!
05/11/2006
À BOLINA
Amas um homem casado que já não ama a sua esposa mãe de dois gémeos , filhos dele. De quando ainda havia amor.E ele ama-te, sofregamente, furtuito,em cada encontro, no descampado da leziria ou no local mais sombrio do parque de hipermercado.
Há um partilhar de emoções novas. A construção de projectos que se adelgaçam com o tempo. E a esperança.
És bela e sensual, igualmente casada com um homem que amaste mas que os anos cansaram e se quedou,pai das duas gémeas que tu geraste, quando tudo estava no inicio e acreditavas no amor eterno.
Foi quando te conheci, entre o desencanto e o desabrochar da paixão. Sonhei com a simbiose perfeita entre nós. O absoluto. A irreverência do teu olhar e a ternura das palavras. A linguagem do corpo. Sonhei.
Há um partilhar de emoções novas. A construção de projectos que se adelgaçam com o tempo. E a esperança.
És bela e sensual, igualmente casada com um homem que amaste mas que os anos cansaram e se quedou,pai das duas gémeas que tu geraste, quando tudo estava no inicio e acreditavas no amor eterno.
Foi quando te conheci, entre o desencanto e o desabrochar da paixão. Sonhei com a simbiose perfeita entre nós. O absoluto. A irreverência do teu olhar e a ternura das palavras. A linguagem do corpo. Sonhei.
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