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22/01/2012

Ó DA GUARDA...AGARRA QUE É LADRÃO...

foto pública tirada da net
valmirjuntocomvocê.blogspot.com
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Ó DA GUARDA...
AGARRA QUE É LADRÃO ...

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socorro ó senhor guarda
que estou a ser roubado
por um ladrão sem farda
que me acha deserdado
*
socorro que me roubaram
à má fé por lei coberto
o roubo que perpetraram
é digno dum tipo esperto
*
socorro ó senhor polícia
prenda-me esse ladrão
sem respeito pela fidúcia
que me merecia a Nação
*
socorro que me sacaram
a rirem de mim sarcásticos
feito lixo me atiraram
aos medos mais mediáticos
*
socorro ó senhor soldado
defenda-me deste atropelo
dum ladrão acobardado
não custa nada vencê-lo
*
socorro que me traíram
o que paguei era a prazo
quero o que me subtraíram
chamo à ordem quem deu azo
*
socorro ó meritíssimo juiz
apelo à sua douta sentença
a lei é clara e bem que diz
condena roubo em presença
*
socorro que formam quadrilha
de associação criminosa
se um mima logo outro pilha
todos em gestão danosa
*
socorro ó gente do tribunal
não podem votar a rapina
se saque é inconstitucional
mudem minha triste sina
*
socorro mulheres de Portugal
armem filhos cavaleiros
de palavras corajosos e burnal
corram com os filibusteiros
*
socorro ó senhores do mundo
é falso o dinheiro roubado
tem manchas de sangue profundo
não pode por lei ser trocado

autor: jrg 
(pária...apátrida...cidadão da MÁTRIA em construção...)

18/11/2011

PROJECTO DE CONSTITUIÇÃO DA COMUNIDADE MATRIARCAL...



imagem pública tirada da net
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PROJECTO DE CONSTITUIÇÃO DA COMUNIDADE MATRIARCAL...(continuação)
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Princípios fundamentais
Artigo 1.º
(Comunidade Matriarcal)

A MÁTRIA é uma comunidade soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular, empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária, assente no princípio matriarcal da origem da vida .

Artigo 2.º
(Comunidade de direito democrático)
A MÁTRIA é uma comunidade de direito democrático, baseada na soberania popular das assembleias matriarcais, no pluralismo de expressão e organização social democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais de toda a criatura humana, bem como da natureza e outros seres vivos envolventes, no âmbito da mais ampla democracia participativa

Artigo 3.º
(Soberania e legalidade)
1. A soberania, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição, tendo como base as suas origens, diversidade cultural e respeito pelo direito à diferença.
2. A administração comunitária subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade da democracia participativa.
3. A validade das leis e dos demais actos da administração, e de quaisquer outras entidades públicas, por ela delegadas, depende da sua conformidade com a Constituição.

Artigo 4.º
(Cidadania )
São cidadãos da MÁTRIA todos aqueles que como tal sejam considerados pela lei ou por adesão aos princípios fundamentais do Matriarcado e ao novo Humanismo nela inerente.

Artigo 5.º
(Território)
1. A MÁTRIA abrange o território historicamente definido no continente europeu e os arquipélagos adjacentes, se estes não optarem por outra via de desenvolvimento ou de soberania.
2. A lei define a extensão e o limite das águas territoriais, a zona económica exclusiva e os direitos da MÁTRIA aos fundos marinhos contíguos.
3. A administração não aliena qualquer parte do território ou dos direitos de soberania que sobre ele exerce, sem a devida rectificação, referendada pela parcela de comunidade que fundamente e consubstancie tal alienação.

...continua...
contribuição de jrg

12/11/2011

POR UM NOVO HUMANISMO...


imagem pública tirada da net
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POR UM NOVO HUMANISMO...
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Assim como a mulher tantas vezes cala a violência física e psicológica que a vitimiza da sua dignidade, face à indiferença da justiça que condena o agressor à proibição de se aproximar da vitima..., como se fosse racionalmente possível proibir o lobo de se aproximar do
cordeiro, também a abstenção nos diversos actos eleitorais, é a forma silenciosa de protestar um sistema que, de mudança em mudança, de crise em crise, se afunda e se aproxima da falência sistémica de que se consubstancia...dentro do conceito Patriarcal das sociedades
humanas...
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A situação social que se vive hoje em Portugal é ultrajante e deriva dos preconceitos globais quanto à forma do ser...sendo que o ser se desenvolve em consonância com o aspecto envolvente com que se cruza...limitá-lo...circunscrevê-lo em asfixiantes conceitos, é uma forma de desumanizar a espécie...condenando-a à extinção...
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Os conceitos e os pré-conceitos, têm o valor que a oportunidade lhes confere...na lei são litigados em nome de novos valores que se citam no momento e da estabilidade política e social das Nações...alteram-se segundo a conveniência da interpretação...ao ponto de hoje termos em Portugal um presidente da república , eleito por menos de metade da população...um governo eleito por menos de metade da população...uma assembleia legislativa eleita por menos de metade da população...desconsiderando-se aqueles que se abstiveram, por descrença no sistema mas que não têm uma alternativa credível que possam sufragar...ao mesmo tempo que se aplaude os que se abstêm de votar contra, na farsa de votar os instrumentos de tortura orçamental, dignos do esclavagismo...
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É porque penso na inevitabilidade duma nova forma de humanismo...onde a mulher...ou MÁTRIA assuma a sua inteireza humana, num sistema geneticamente justo de matriarcado que vos proponho a reflexão profunda da humanidade, desde as suas mais remotas origens conhecidas....A MÁTRIA é uma revolução das mentalidades...é o passo seguinte a esta complacência masculina de igualdade de género, na generalidade...mas sob domínio Patriarcal na sua singularidade...
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O passo seguinte é a abolição total do conceito masculino da história...preparar, discutindo, uma constituição  que reconheça a alma humana no seu todo, como parte da administração da humanidade...uma constituição que contemple na sua essência, a dimensão feminina no seu todo, porque só a mulher gera e cria toda a criatura...uma constituição saída da discussão pública e não confeccionada no recato dos gabinetes...uma constituição onde homens e mulheres sejam uma só alma em defesa dos direitos humanos fundamentais e no respeito pelos valores da natureza inter-planetária...
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autor: jrg