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01/10/2015

UM AUTO DE FÉ-A CRUCIFICAÇÃO DOS PENSIONISTAS E DOS REFORMADOS DE PORTUGAL

foto tirada da net

UM AUTO DE FÉ
A crucificação dos Pensionistas
e dos Reformados de Portugal
*
se as sondagens não forem mais uma mentira, um ultraje urdido pelos criminosos e mais os seus apoiantes gananciosos de oirama...
se este governo e os seus personagens de terror forem reconduzidos pelo seu exemplar trabalho no saque aos pensionistas...
se os PAF, contra a corrente do humanismo, voltarem a ser o governo de Portugal, sufragados sabemos lá como nem porquê...
se, por um lapso de educação humanística, tivermos legado uma mensagem de desumanidade aos nossos filhos, rendidos à novidade tecnológica...e por tal lapso eles mudaram as suas mentalidades e recusam alimentar mais as vidas dos seus idosos pais...
se os reformados e pensionistas de Portugal, humilhados e aterrorizados pelas constantes torturas deste governo CDS/PSD, por medo ou por aversão à política, se alhearem do que pode acontecer se estes PAF voltarem a ser governo de Portugal...
Se tal acontecer, prevejo que o primeiro acto desse governo será a elaboração sádica dum auto de fé onde serão crucificados alguns reformados e pensionistas para servirem de exemplo aos mais indignados, aos que resistem e continuarão a resistir...
pela dignificação humana e por um novo Humanismo...reformado e ou pensionista, meus irmãos...o drama destas eleições de 04 de Outubro é que, se não defendermos a nossa integridade, esta gente degradante reunida por detrás dos PAF vão abocanhar as nossas vidas como até aqui..vota em alguém mas derrota a arrogância e prepotência de mentira dos PAF e dos seus apoiantes da alta finança...
jrg

23/06/2015

ATENÇÃO REFORMADOS / ALERTA PENSIONISTAS


foto www.jornaldoalgarve.pt

ATENÇÃO REFORMADOS
ALERTA PENSIONISTAS
*
não lhes basta
que nos sintamos humilhados
perseguem-nos
pelo terror da falência do sistema
pela escassez de fundos
que diariamente delapidam em seu proveito
e estão todos de acordo
o que difere é a forma de aterrorizar
como é possível
permitir que estes energúmenos
com a profissão de políticos
joguem as nossas vidas a pataco?
como é possível 
que haja alguém a acreditar
nesta gente indignante
*
na verdade o tempo parou à nossa porta
o velho humanismo
da igualdade fraternidade e liberdade
que sustentava
os pressupostos duma democracia social
faliu e não deixou herança
pondo em causa a crença num estado de direito
amigos e companheiros
reformados pensionistas gente de valores
estamos nas mãos
dos piores bandidos que a tecnologia gerou
autómatos ocados de pensamento
frutos da nossa ingenuidade congénita
o tempo é de mudança
se nada fizermos cairemos na mendicidade
*
e se o tempo é de mudança
é preciso mudar a orientação do género
usando a força da indignação
e colocando a mãe na frente do tempo que aí vem
pensar humanidade
deixar a terra respirar humanidade
abolir a intriga
a inveja  a luxúria a ganância de falsa riqueza
abolir todo o tipo de medo
pela catarse da sabedoria feminina
eleger o simples e o belo
devolver à Mátria o que a Pátria usurpou
olhando à nossa volta
a desolação da terra sem amor
sufocada pelo ódio
*
jrg/SamuelDabó

15/05/2015



ATENÇÃO REFORMADOS
ALERTA PENSIONISTAS
*
não lhes basta
que nos sintamos humilhados
perseguem-nos
pelo terror da falência do sistema
pela escassez de fundos
que diariamente delapidam em seu proveito
e estão todos de acordo
o que difere é a forma de aterrorizar
como é possível
permitir que estes energúmenos
com a profissão de políticos
joguem as nossas vidas a pataco?
como é possível 
que haja alguém a acreditar
nesta gente indignante
*
na verdade o tempo parou à nossa porta
o velho humanismo
da igualdade fraternidade e liberdade
que sustentava
os pressupostos duma democracia social
faliu e não deixou herança
pondo em causa a crença num estado de direito
amigos e companheiros
reformados pensionistas gente de valores
estamos nas mãos
dos piores bandidos que a tecnologia gerou
autómatos ocados de pensamento
frutos da nossa ingenuidade congénita
o tempo é de mudança
se nada fizermos cairemos na mendicidade
*
e se o tempo é de mudança
é preciso mudar a orientação do género
usando a força da indignação
e colocando a mãe na frente do tempo que aí vem
pensar humanidade
deixar a terra respirar humanidade
abolir a intriga
a inveja  a luxúria a ganância de falsa riqueza
abolir todo o tipo de medo
pela catarse da sabedoria feminina
eleger o simples e o belo
devolver à Mátria o que a Pátria usurpou
olhando à nossa volta
a desolação da terra sem amor
sufocada pelo ódio
*
jrg/SamuelDabó

23/01/2013

O REGRESSO AOS MERCADOS DEPOIS DO POGROM SOBRE OS REFORMADOS...



O REGRESSO AOS MERCADOS DEPOIS DO POGROM SOBRE OS REFORMADOS...




«««»»»
Depois do Pogrom sobre os reformados, confiscando-lhes parte das pensões, comparados aos Cristãos-Novos da crónica de Damião de Góis abaixo transcrita, da devastação da economia, com o consequente aumento do desemprego, da destruição do SNS, da conspurcação da alma Portuguesa, este governo de Portugal, manda anunciar o regresso aos Mercados, única bandeira que serviram desde que assumiram o poder de governar o Estado/Nação...
Não tarda, se conseguir provocar a euforia entre os trabalhadores que ainda têm emprego, sitiados pelo corte de salários, de sonhos e aumento de impostos, a cena descrita na Crónica de Damião de Góis, que originou o massacre de Lisboa de 1506, pode voltar a renascer, culpando os pensionistas, reformados e idosos em geral, por todos os males de que a Nação padece...Já hoje é igualmente notícia a sentença do" Imperador" do Japão..."só quando os velhos morrerem...ou...se todos os velhos morrerem, será a salvação dos estados em crise financeira...
Estamos no limiar duma revolução cósmica...o velho humanismo definha sem nunca se ter afirmado na plenitude dos seus propósitos e objectivos...os direitos humanos ficam de novo à mercê do livre arbítrio, da insaciabilidade financeira das obscuras entidades que dominam o mundo,,,
Quero gritar a esperança, sem medo, aquela luz que vedes, não é um milagre...é apenas uma luz que alguém acendeu com o propósito de vos, nos cegar a consciência...com o tempo ela se apagará e voltaremos a mergulhar na escuridão...
A esperança reside na organização do estado em plano raso...sem faustos nem iluminados...partindo dum princípio de liberdade e democraticidade participada e autêntica, tendo em conta o elemento feminino como a génese da história da humanidade...
autor: jrg

Damião de Góis in «Chronica do Felicissimo Rey D. Emanuel da Gloriosa Memória»:
«No mosteiro de São Domingos existe uma capela, chamada de Jesus, e nela há um Crucifixo, em que foi então visto um sinal, a que deram foros de milagre, embora os que se encontravam na igreja julgassem o contrário. Destes, um Cristão-novo (julgou ver, somente), uma candeia acesa ao lado da imagem de Jesus. Ouvindo isto, alguns homens de baixa condição arrastaram-no pelos cabelos, para fora da igreja, e mataram-no e queimaram logo o corpo no Rossio.
Ao alvoroço acudiu muito povo a quem um frade dirigiu uma pregação incitando contra os Cristãos-novos, após o que saíram dois frades do mosteiro com um crucifixo nas mãos e gritando: “Heresia! Heresia!” Isto impressionou grande multidão de gente estrangeira, marinheiros de naus vindos da Holanda, Zelândia, Alemanha e outras paragens. Juntos mais de quinhentos, começaram a matar os Cristãos-novos que encontravam pelas ruas, e os corpos, mortos ou meio-vivos, queimavam-nos em fogueiras que acendiam na ribeira (do Tejo) e no Rossio. Na tarefa ajudavam-nos escravos e moços portugueses que, com grande diligência, acarretavam lenha e outros materiais para acender o fogo. E, nesse Domingo de Pascoela, mataram mais de quinhentas pessoas.
A esta turba de maus homens e de frades que, sem temor de Deus, andavam pelas ruas concitando o povo a tamanha crueldade, juntaram-se mais de mil homens (de Lisboa) da qualidade (social)dos (marinheiros estrangeiros), os quais, na Segunda-feira, continuaram esta maldade com maior crueza. E, por já nas ruas não acharem Cristãos-novos, foram assaltar as casas onde viviam e arrastavam-nos para as ruas, com os filhos, mulheres e filhas, e lançavam-nos de mistura, vivos e mortos, nas fogueiras, sem piedade. E era tamanha a crueldade que até executavam os meninos e (as próprias) crianças de berço, fendendo-os em pedaços ou esborrachando-os de arremesso contra as paredes. E não esqueciam de lhes saquear as casas e de roubar todo o ouro, prata e enxovais que achavam. E chegou-se a tal dissolução que (até) das (próprias) igrejas arrancavam homens, mulheres, moços e moças inocentes, despegando-os dos Sacrários, e das imagens de Nosso Senhor, de Nossa Senhora e de outros santos, a que o medo da morte os havia abraçado, e dali os arrancavam, matando-os e queimando-os fanaticamente sem temor de Deus.
Nesta (Segunda-feira), pereceram mais de mil almas, sem que, na cidade, alguém ousasse resistir, pois havia nela pouca gente visto que por causa da peste, estavam fora os mais honrados. E se os alcaides e outras justiças queriam acudir a tamanho mal, achavam tanta resistência que eram forçados a recolher-se para lhes não acontecer o mesmo que aos Cristãos-novos.
Havia, entre os portugueses encarniçados neste tão feio e inumano negócio, alguns que, pelo ódio e malquerença a Cristãos, para se vingarem deles, davam a entender aos estrangeiros que eram Cristãos-novos, e nas ruas ou em suas (próprias) casas os iam assaltar e os maltratavam, sem que se pudesse pôr cobro a semelhante desventura.
Na Terça-feira, estes danados homens prosseguiram em sua maldade, mas não tanto como nos dias anteriores; já não achavam quem matar, pois todos os Cristãos-novos, escapados desta fúria, foram postos a salvo por pessoas honradas e piedosas, (contudo) sem poderem evitar que perecessem mais de mil e novecentas criaturas.

22/12/2012

POEMA ABERTO AO PRESIDENTE DA COMISSÃO EUROPEIA


foto pública tirada da net
***
POEMA ABERTO
AO PRESIDENTE 
DA COMISSÃO EUROPEIA
«««//»»»
Olá camarada Abel
desculpa vir assim publicamente
venho pedir-te um olhar
lembras-te de mim sou o camarada Samuel
do comité dos livreiros semente
que o tempo não mais deixou medrar
*
todos os sonhos realizaste
devo ter de algum modo dado contributo
eu também sai do partido
fiz-me à vida e vi como bem te safaste
eu não me queixo não fora o luto
em que mergulharam o país já desvalido
*
passaram tantos anos
desde aqueles idos de setenta e cinco
cofiavas a barba marxista
exortavas a consciência dos direitos humanos
exaltando a cartilha com afinco
não te maçava não fora esta pandilha arrivista
*
a luta era dura mas seria 
ganha pela força de pensamentos elevados
que mil ideias tivessem florido
quisera eu ser faúlha que incendeia a pradaria
o povo morre às mãos dos teus mandados
que fazer camarada Abel para inverter este sentido
*
que se lixe o país dos poderosos
estou velho camarada recebo pensão de reformado
que a tua comissão e este governo
condenaram apenas por sermos os mais idosos
venho cobrar-te o tempo por mim dado
para que o teu sonho se tornasse mais terreno
*
a comissão que vens gerindo
ficará para a história como a casa mãe da desgraça
que se abateu sobre Portugal e Grécia
não foram os povos quem gastou cantando e rindo
nem é aceite que roubem a pensão na praça
venho cobrar-te por me teres envolvido nesta facécia
*
sejas bem vindo Camarada Abel
se repartires comigo e outros o sonho derradeiro
da revolução dos pobres sobre o tirano
que não larga o pensionista até que caia a pele
se condenares estes ladrões ao cativeiro
então fica-te bem o Nobel da paz direito humano
*
quisera eu acreditar em tal feito
se ninfas houvera à tua volta que me inspirassem
mas insisto no apelo ao teu sonho emérito
anexada a Lusitânia de espada e cruz ao peito
manda parar a louca rapinagem
antes que o povo astuto arme um novo exército
*
o que mais me dói de indignação
é esta sanha abrupta sobre os reformados
os teus amigos não largam o osso
os corpos fedem de velhice estanca a batida do coração
insensíveis carniceiros dentes ferrados
não largam até que a morte aperte o seu pescoço
*
fica aqui escrito camarada Abel
ou José Manuel de Durão Barroso doutor em leis
sobre as ruínas da tua comunidade
escorre sangue do meu povo vendido a granel
em Portugal são ladrões os novos reis
ouve-se no silêncio o grito às armas pela liberdade
*


autor jrg

26/09/2012

AOS DESVALIDOS ...LIBELO ACUSATÓRIO!!!


fotografia João Girão-global imagens
«««//»»»
AOS DESVALIDOS...
LIBELO ACUSATÓRIO
**
senhor Passos Coelho
Excelência
primeiro ministro de Portugal
o senhor é um ditador
no embuste e na mentira sufragado
rodeado de hienas
mas tem como todo ditador os pés de barro
prestes também a derreter
sobre as cinzas dum povo imenso
a renascer 
demita-se já! sofre uma vaia
melhor sorte essa
que vitima do assalto ao seu poder
*
Acuso-o de traição
à Pátria que o senhor jurou defender
por ter vendido
a alma impenhorável da Nação
confiscou aos reformados
crime hediondo uma parte do seu pão
dividiu o trabalho
acintosamente em público e privado
acicatando estes contra os outros
aumentou impostos destruiu humana natureza
fez ruir empresas despediu
com politicas fratricidas o tecido do emprego
vendeu ao desbarato o que gerava mais valias
*
instituiu o descrédito da justiça
afrontando-a com o desrespeito à equidade
encurtou as prestações solidárias
condenando famílias crianças velhos à insolvência
paralisou o país sem luz nem rumo
violentando-o com suas palavras insolentes
maltratou as forças militares
e as demais que fazem jus à segurança
paralisou a economia
o país segue em marcha lenta agonizante
enrolado em sacrifícios
sem achar altar ou monte onde medrar
o senhor falhou redondamente
*
diz-se bom aluno mas copista
mentiu e mente defraudando a esperança
colocou milhares no desemprego
aumentou os custos da saúde rompeu a confiança
de enfermeiros e médicos no sistema
intensificou a espera e o descuido nos doentes
desmantelou a escola 
cavou um fosso entre aluno e professor
aprovou a degradação do ensino
corroeu expectativas projectadas na mudança
lavrou no mar incompetências
navegou à bolina com velas rotas a terra agrária
será possível que não tenha feito nada positivo?
*
Fez...
*
fomentou a economia paralela
criou comissões e cargos de alta assessoria
distribuiu benesses aos amigos
pagou a juro excelso à usura financeira
permitiu excepções às regras
de extermínio dos direitos mais elementares
criou riqueza para os mais ricos
que sustentam a manutenção do seu estatuto
manteve salários obscenos
e créditos consagrados em cartões de ilusão
renovou frotas de alta cilindrada
blindados covas e coveiros para enterro da Nação
vendeu a alma lusa a pataco
*
reclamo justiça
*
autor: jrg

31/07/2012

CARTA ABERTA AO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL DE PORTUGAL

foto pública tirada da net
***
CARTA ABERTA AO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL DE PORTUGAL
**
O recente acórdão do Tribunal Constitucional de Portugal, deu como provado que o corte dos chamados subsídios de férias e natal, nomeadamente, dos pensionistas era uma medida inconstitucional, mas que devido ao adiantado estado de decomposição do orçamento de estado de 2012, a inconstitucionalidade só vigoraria a partir do ano de 2013...
*
Tal veredicto não poderia ser de outra natureza, à luz do texto constitucional e da razão...o Presidente da República sabia-o...o Governo sabia-o...o Parlamento sabia-o...os comentadores de pacotilha que procuraram mistificar a medida com o carácter de emergência Nacional, sabiam-no...só mesmo um mentecapto alinharia num desfecho contrário...logo, deviam ser todos julgados por má fé...por atentado à dignidade individual...e por crime contra a humanidade, na pessoa dos velhos reformados indefesos que lhes confiaram as suas poupanças coercivamente, a troco duma pensão de velhice nos moldes e condições definidos pelo estado de direito...
*
A demora na apreciação do documento, por não ter sido pedida, a seu tempo, por quem de direito a sua fiscalização preventiva; os jogos de bastidores, concertados, sobre a nomeação dos elementos do Tribunal Constitucional; a fraca mobilização dos lesados para exigirem a reposição do que lhes pertence de direito, intoxicados pela demagogia que os considera cartas fora do baralho, ou em fim do prazo humano de validade, leva a que este acórdão seja, ele próprio, ferido de inconstitucionalidade...à luz do direito e da racionalidade não se pode condenar e absolver o infractor ou criminoso num mesmo despacho...
*
O acórdão do Tribunal Constitucional sobre a inconstitucionalidade da supressão dos 13 e 14 meses, nomeadamente, aos pensionistas, fará por certo jurisprudência  jurídica...assim sendo...doravante, será licito que um ladrão, ao ser constituído arguido, invoque o seu estado de emergência para roubar os chamados bens públicos ou privados...esta dupla medida, permite ainda que um condenado por furto ou roubo, para suprir uma emergência própria, familiar ou de grupo, possa continuar a sua actividade predatória até ao fim do ano em que foi detectado o ilícito...
*
Perante o absurdo desta situação, os reformados de longa contribuição, exigem que lhes seja devolvido o produto do saque sobre os seus rendimentos, de imediato e acrescidos dos juros compensatórios devidos pelo atraso eventualmente verificado...
*
autor. jrg

13/05/2012

MANIFESTO DE INDIGNAÇÃO! SEGUIDO DE APELO...S.O.S....S.O.S...S.O.S...



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***

MANIFESTO DE INDIGNAÇÃO! SEGUIDO DE APELO...S.O.S....S.O.S...S.O.S...

1  -  Nós os reformados de longa contribuição, Portugueses, confiamos nos governos da Nação Portuguesa, quando nos obrigaram a descontar uma percentagem do nosso salário, cerca de 34,5%, para a segurança social, a pretexto, entre outros benefícios, de nos garantir
uma pensão de reforma, ao atingir o limite de idade por eles próprios fixado...

2  -  Nós os reformados de longa contribuição, Portugueses, aceitamos de boa fé ou por falta de alternativa, a repartição do valor anual da reforma em 14 mensalidades de igual valor, mais a correcção da expectativa de vida, e não aceitamos qualquer corte nos valores pelos governos fixados...e que constituem a nossa única fonte de rendimento para sobreviver..

3  -  Nós os reformados de longa contribuição, Portugueses, consideramos os cortes dos 13º e 14º meses nas nossas pensões, anunciados e promulgados por este governo, com a cobertura da Comissão Europeia e dos demais interesses financeiros, políticos e religiosos que repartem entre si as quotas de poder Universal, um roubo que configura um crime contra a humanidade...

4  -  Nós os reformados de longa contribuição, Portugueses, não temos rendimentos que nos permitam colocar acções judiciais contra este governo que em Portugal exerce a sua ditadura, colorida de farrapos negros de indignação geral...

5  -  Nós os reformados de longa contribuição, Portugueses, apelamos ao Tribunal Constitucional que emita, de uma vez, o seu veredicto sobre a matéria de inconstitucionalidade de tal proposta de lei ou que ratifique a prossecução de tal acto criminoso...

6  -  Nós os reformados de longa contribuição, Portugueses, apelamos ao Provedor de Justiça, para que faça sentir esta enormidade clamorosa que o governo de Portugal congeminou sobre uma franja indefesa do povo Português, fazendo uso das suas atribuições e competências, para que se faça justiça...

7  -  Nós os reformados de longa contribuição, Portugueses, apelamos à Comissão Europeia, à Comunidade Internacional, nomeadamente aos países da Comunidade Europeia, para não compactuarem com este acto criminoso e atentatório dos direitos humanos, do actual governo de Portugal sobre os mais frágeis do seu povo...

8  -  Nós os reformados de longa contribuição, Portugueses, apelamos ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, para que use as suas competências, no sentido de impedir que este governo de Portugal, leve a efeito as suas medidas discricionárias sobre uma parte da
população Portuguesa...os velhos reformados...

9  -  Nós os reformados de longa contribuição, Portugueses, apelamos ao Parlamento Europeu, para que, no uso das suas prerrogativas comunitárias, condene e vete, se for da sua competência, a medida de cortes sobre as pensões de reforma que o governo de Portugal, arrogantemente, se prepara para executar...

10 - Nós os reformados de longa contribuição, Portugueses, apelamos ao Tribunal Penal Internacional, para que julgue e condene, por crimes contra a humanidade, o governo de Portugal e as sua parcerias Nacionais e Internacionais, por abuso de poder roubo e denegação de justiça, a uma franja de gente do seu povo...os reformados de longa contribuição

autor: jrg (joão raimundo gonçalves)
reformado de longa contribuição

07/02/2012

PÁTRIA...? OU... MÁTRIA...? EIS A QUESTÃO QUE SE LEVANTA...


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*
PÁTRIA...? OU...MÁTRIA...? EIS A QUESTÃO QUE SE LEVANTA


**
lemos relemos poemas
romances contos crónicas ensaios
extractos de burilada história
armazenamos as palavras e sistemas
que trituramos nos neurónios
a fazermos emergir rasgos da memória
que nos soltem das algemas
*
aprendemos a soletrar
caracteres alinhados como convém
sem questionar o significado
a significação ou o significante modular
que atribuímos à palavra mãe
e torna-mo-nos num rebanho tresmalhado
sem arte nem engenho para amar
*
usamos a dialéctica
o sofisma a retórica a metáfora a metafísica
e outros atributos ultra-racionais
adulteramos o sentido racional da ética
criamos deuses de dimensão atípica
esquecemos as origens os valores universais
manipulados pela gerência mediática
*
acreditamos na demagogia
tudo tão belo assim pintado de fresco
à medida dos nossos interesses
não importa saber quanto é de fantasia
ou aparato de teor picaresco
o que temos é medo que nos cortem benesses
para aumentar a sua mais valia
*
fazemos revoluções de bancada
acirramos nos outros a tragédia da indignação
convocamos a protesto os perturbados
porque há sempre alguém que dá e leva porrada
que sejam outros nós somos pacificação
não entendemos se ao convocar somos convocados
ou se somos matéria humana reservada
*
em todos os tempos as gerações
se misturaram prós e contra a mudança
verteram sangue inflamaram
a ideia o pensamento a troca d'emoções
na senda evolutiva da esperança
que derrota a ingenuidade dos que acreditaram
ser possível vencer sem corte nas tradições
*
como pode alguém
sentir-se confiante e justiçado
a salvo de quem rouba a montante
não levantar a voz a quem saqueia pai e mãe
temente que seja ele o mais roubado
como se não fosse esse o princípio dominante
da arte de rapina imposta pela lei
*
levantai-vos cidadãos do mundo
é tanta a incerteza de sobreviver ao naufrágio
melhor que esperar em agonia
é ocupar o espaço em movimento profundo
desmascarar a sordidez deste presságio
que afronta a dignidade e a esvazia
que manieta a alma e leva o barco ao fundo
*
porque há alternativas ao bloqueio
da alma e dos acessos ao puro pensamento
sistemas mais simples de proximidade
sem o embuste faustoso que criou fútil anseio
com a sabedoria do conhecimento
por um novo humanismo numa nova cidade
saudemos a era nova sem rodeio
*

autor: jrg
(pária...apátrida...cidadão da MÁTRIA em construção...)

21/01/2012

PENSIONISTA...REFORMADO..PÁRIA...APÁTRIDA...NÃOOOOOOOOOOO!!!


PENSIONISTA---REFORMADO...PÁRIA...APÁTRIDA...NÃOOOOOOOOOOOOOOO!!!
*
Nasci e vivo em Portugal há 66 anos...52 dos quais a produzir riqueza em arca alheia...confesso que estou numa fase de pensamento

recessiva, perante a ignominosa aprovação por todos os poderes da Democracia Portuguesa e Internacional, do pacote orçamental que me

rouba dois meses da pensão de reforma, no ano de 2012...
*
A cada nova noticia de isenções, a este roubo mesquinho, que vou conhecendo, bancários, banco de Portugal, talvez forças de manutenção

da ordem e outros doutos prestigiados intocáveis, e perante o silêncio dos roubados, mais se me torna fixa a ideia de que sou o único a ser

vítima desta extorsão...
*
É o que eu já sinto nos olhares das pessoas que por mim passam e me fixam com desdém ou comiseração...inquisidores ou inquiridores...a

fazer-me pensar que este poder político, económico e financeiro que se instalou em Portugal, me atirou ao lixo, sem rodeios de ética ou de

pudor humano...e se vangloria de o ter feito em nome das garantias e direitos de outros idiotas como eu, que vão acreditando nas promessas num dado futuro promissor...
*
Outras vezes dou com olhares escondidos, de pessoas como eu angustiadas, que se expressam vencidos, ou que ciciam palavras indignadas que se fecham no medo para não serem publicamente ouvidas...
*
Subrepticiamente a aranha, à falta de baba própria, tece a teia onde a todos enreda, usando a baba dos que ingénuamente acreditam que a história é irrepetível...mas não é...por mor de tal frieza humana, a guerra inteira deflagrou por duas vezes e não passaram cem anos...
*
Ora, o corte de dois meses na minha pensão de reforma...porra, serei só eu??? configura uma alteração da minha personalidade cívica..deixei

de ser tido como cidadão de plenos direitos...a qualquer momento podem cortar-me o resto que me sustenta...tratado como mercadoria fora de prazo...excluído da unidade da "Pátria", passei a ser um pária, apátrida...aos olhos que me fintam na rua, a viver de "subsídios" sem outro préstimo que não o de dar passagem a quem tem pressa de passar...
*
Por isso anseio o regresso da velha MÁTRIA...que num toque cósmico de magia reponha a ordem natural do planeta...invertendo o conceito de riqueza...acolhendo tudo e todos com amor de mãe...

autor: jrg  (pária...apátrida...cidadão da MÁTRIA em construção...)

31/12/2011

ANO VELHO DE VILÕES...(VILANIA) - ANO NOVO DE LADRÕES...



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*
ANO VELHO DE VILÕES...(VILANIA)
ANO NOVO DE LADRÕES...
»»»//«««
no meu país torpe mentira
ano a ano procurando me fiz crescendo
rispidez obediência tortura
alegrete de comédia ou drama ou sátira
à vez de dentro a cena me adormecendo
sedento de carinho e ternura
à espera do tempo novo que sentira
na evolução de mim o sendo
para o humanismo d'amor e alma pura
*
não procurei ou quis riqueza
ano a ano sem eu querer me fiz apátrida
ateu de vilãos ensandecidos
troquei o meu saber servindo a avareza
ingénuamente acreditando ser à partida
cruzar os tempos já vencidos
avesso à melancólica e mórbida tristeza
um de entre os mais nesta vida
a vencer a vileza dos poderes desvalidos
*
escolhi caminho por teimosia
ou desígnio cósmico nos genes embutido
naufraguei e a salvo me julguei
quando o tempo cedeu e cheira a maresia
mas era falsa esta esperança sem sentido
apátrida não pode confiar na lei
por mais que viva embrulhado em poesia
o tempo não perdoa ser vencido
*
ano velho de vilões inda a prazo
um povo inteiro por medo se abastardou
roubado na alma e no coração
sem vontade de vencer o milenar atraso
nem legitimar sua defesa a quem roubou
ano velho de vilões sem emoção
onde navego rebelde a ser por um acaso
o pária que da pátria se imolou
cercado pela vilania dos doutos da nação
*
ano novo de ladrões vetustos
e dos novos da mediocridade fanáticos
com aval da mediana fantasia
falidos da esperança criminosos astutos
adensam as teias com sábios lunáticos
cortam o pensamento que luzia
julgam-se deuses da verdade absolutos
sendo e só efémeros mediáticos
ante a grandeza apátrida de toda poesia
***
autor:jrg... [(pária...apátrida...)cidadão da MÁTRIA em construção...]

22/12/2011

NATAL POR LOTES DE POVO...


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**
NATAL POR LOTES DE POVO...
**
quanto de natal ainda nos resta
neste glaciar de gente que nos afunda
num mar de fogo das palavras que  resistem
quanta mentira mora nesta festa
recheio d'hipocrisia que nos circunda
dentro dum mundo de ladrões que coexistem

um cometa guiou-me até à tela
vejo gaspar o mago mimando a cena
do lider laico que expulsa vermes excedentes
onde a negro o fundo me revela
esta miserável gente que nos governa
rumo ao abismo do não sermos conscientes

tolhidos na surpresa os idosos
aura do poente fora de prazo insólito 
vêem saqueado sem apelo seu parco espólio
enquanto lhes pregam ruidosos
sermões de equidade ao roubo público
em nome de um estado do direito perdulário

eles bem esgrimem argumentos
masturbações frustradas da oratória
aplaudidas de pé por medíocres salafrários
bênçãos de sábios e unguentos
criminosos assumidos nesta história
que partilham entre si honras e honorários 

o mar cresce na revolta a dor
as aves procuram poiso espavoridas
as crianças de rua suspendem o andamento
se faz sentido que falte amor 
quando celebram austeras medidas
em lotes de povo avesso a todo pensamento 

sou reformado ou pensionista
acreditei de boa fé na avara fidúcia
que amealhou investiu e programou o crédito
onde já rejubila o prestamista
fora da lei na pilhagem com argúcia
uma matilha de agiotas a subverter o mérito

não há futuro para um tal país
que repudia seus velhos e os maltrata
que os reduz a lixo sem préstimo irreciclável
não pode o povo loteado na raíz
ser orgulhoso de alma justa na sucata
refém passivo desta súcia de si tão execrável

autor: jrg

10/12/2011

GRITO PARA MEMÓRIA FUTURA !...



O Grito (Edvard Munch)
*
GRITO PARA MEMÓRIA FUTURA!...
**
hoje
dia dez do mês de Dezembro
do ano judaico cristão
de dois mil e onze
o meu grito de indignação e revolta
de impotência
sem direito de defesa
ecoa para que se fixe na memória
futura dos tempos
**
hoje
porque é o dia dez de todos os meses
o governo deste país
onde faz anos que nasci
consumou em mim e mais uns quantos
a sua sanha vampiresca
de submeter ao medo a liberdade
cortando o rendimento
aos que na escravidão o suportam
**
hoje
décimo dia do mês hipócrita de Natal
o meu grito delirante
denuncia esta associação criminosa
que me nos saqueia impunemente
e se ri no momento da sórdida partilha
dos despojos dum povo
hipotecando o seu valor por cobardia
de pensar um mundo novo
***
autor: jrg

01/12/2011

CARTA/APELO, AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE PORTUGAL !


Excelentíssimo Senhor Presidente da República Portuguesa

Acreditando que Vossa Excelência é o último garante da Constituição da República Portuguesa, em nome dos direitos liberdades e garantias, nela consagrados, e no seguimento das suas preocupações, publicamente manifestadas, sobre a equidade e justeza das medidas então já anunciadas para este orçamento de estado, agora aprovado, venho apelar à sua consciência humana, para que exerça o seu poder de Veto, sobre as medidas prepotentes e discricionárias no corte de salários a uma franja da população Portuguesa, nomeadamente no que toca à supressão dos rendimentos dos reformados de carreira contributiva prolongada, no último estádio da existência, que confiaram na honra,
bom nome e respeito pelo direito, do estado Português.
com humildade e esperança

joão raimundo gonçalves
reformado

28/10/2011

AS PENSÕES DE REFORMA SÃO INTOCÁVEIS !!!


AS PENSÕES DE REFORMA SÃO INTOCÁVEIS!!!
Hoje pensei que uma parte importante desta sociedade humana que hoje pontifica em Portugal, está desejosa de se ver livre dos "velhos inúteis" que são os pensionistas...como se aquilo que eles recebem de pensão, fosse um subsídio de sobrevivência, pago pelos seus proventos...como se a pensão de reforma, não fosse a retribuição duma taxa ou imposto, cobrado ao longo da carreira profissional...como se não nos tivessem incentivado a ganhar mais, trabalhando mais, e mais anos, para podermos ter uma reforma mais digna no fim de vida...como se não fossem eles que estabeleceram as regras, que fizeram as contas, estabeleceram a renda a pagar, que as alteraram a seu belo prazer e conveniência, programando até a nossa esperança de vida...que agora procuram encurtar pelo confisco dos nossos recursos, únicos e não dispensáveis...não importa que tenhamos descontado durante 40 e 50 anos, confiando no estado...não importa que tenham desbaratado as nossas poupanças, em investimentos ruinosos, em salários de gestores milionários, em desvios para outras despesas com ou sem cabimento orçamental...o que se houve hoje, é que tem de ser...não há dinheiro para vos pagar...tal como um agiota, uma D.Branca que tenham prometido a renda vitalícia, sobre um capital cooptado e de súbito, secaram, por  incúria ou desvario, as fontes onde desaguavam as poupanças....a diferença é que a D.Branca, os agiotas desastrados, são presos...enquanto que o governo invoca o Estado de Emergência Nacional...
Estou contra esta infâmia vergonhosa que preparam para abater os reformados Portugueses...porque ninguém gosta de ser roubado...porque este procedimento trás inevitáveis depressões...porque toda a injustiça provoca altercações imprevisíveis...porque nenhum ser humano tem o direito de se aproveitar da fragilidade dos seus membros, por motivos de doença ou idade...
Os reformados estão sitiados no país, pelo governo...não têm voz para protestar, não podem emigrar, nem enveredar pela economia paralela...se quer podem mudar de sistema...são mortos ainda vivos, para esta camada de gente que opina, governa e os olha com beata comiseração...
Os reformados Portugueses apelam às instâncias Nacionais e Internacionais dos direitos humanos e ao humanismo ainda subjacente em largos sectores da sociedade Portuguesa, para que os ajudem a defender os seus direitos de subsistência...e exigem: as pensões de reforma são intocáveis...

autor: jrg

04/09/2011

REFORMAS...REFORMADOS...DO DIREITO...À SUBSERVIÊNCIA


REFORMAS...REFORMADOS...DO DIREITO À SUBSERVIÊNCIA!...

Ninguém podia imaginar, há cinquenta anos, que os descontos para a Previdência, que consubstanciavam, também, uma precaução para depois do limite da idade , vulgo reforma, descontos, na sua totalidade, retirados da mais valia do trabalho gerado pelo trabalhador  e que, entre outras manigâncias financeiras, sustentou, significativamente, a guerra colonial, fosse posto em causa por uma geração visivelmente cansada de aturar o envelhecimento natural da espécie humana...
***
Hoje, com a nova engenharia de cálculos para atribuição de reforma, com o congelamento permanente da progressão dos valores pecuniários, face ao aumento do custo de vida, com o confisco, em forma de taxa extraordinária, de parte do 13º mês, com o previsível corte
*
nos valores das pensões, com os aumentos de transportes, electricidade, gás e outros bens essenciais de consumo, com a febre de reduzir despesas sociais até ao limite do absurdo, na saúde, na educação, na solidariedade social, as mentalidades mudaram...
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hoje, as reformas são consideradas um peso excessivo "colossal" para o orçamento do estado...
hoje, os reformados sentem-se uns Párias que vivem à custa do erário público...
hoje, não faz mais sentido cuidar da saúde dos chamados idosos, porque tal prolonga a idade "insustentável" da reforma...
hoje, talvez as "mentes brilhantes" já pensem na instituição de um tecto limite de idade, a partir do qual, cessa a prestação da reforma...
hoje, o conhecimento adquirido é tido como escória, cuja mistura, pode conspurcar o ideal duma sociedade de "elites"...
hoje, há já quem pense na inutilidade da sua contribuição para a solidariedade do sistema, porque se antevê a extinção ou mutação pré-conceitual do conceito de direitos adquiridos, quando chegar a sua idade de os poder usufruir...
hoje, estamos no limiar da mudança para uma idade retrógrada, onde os mais capazes vingam sobre os despojos dos mais humildes...
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Hoje, exorto ao espírito solidário que caracteriza a espécie humana...à "reinvenção" do amor sobre os seus diversos aspectos...ao entrelaçar das mãos e das vontades para resistir à voragem deste ciclo intermédio, desesperado, que se interpõe nas correntes de ar da efectiva mudança, da velha para a nova humanidade...vai dar-se um salto gigantesco...e nós, os descatologados do sistema, somos a diferença que faz a ligação positiva...sem nós...a humanidade seria um deserto polvilhado de idiotas mimicos...
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autor: jrg