Um dia, ousei questionar o director da empresa. Colocar dúvidas na sua apreciação negativa da conduta dos elementos que fizeram uma determinada colocação do produto, que a expuseram com criatividade e paixão, defender-me , enquanto elemento.
Isto, em plena convenção, que é um nome pomposamente atribuido a uma reunião que congrega os elementos consederados chave duma empresa.
Após o intervalo encontrei-me com ele na casa de banho do hotel local do evento. E entre sacudidelas de pichas, eu na minha e ele na dele, atenção ás ilacções, diz-me ele em tom distante e altivo:
-Ora, o meu amigo a pensar que me queria referir a si!...
A minha interpretação:
-Estulticia a tua, fulano menor na estrutura da empresa, pensares que me afadigava em conceitos de elevada indole comercial, atribuindo-te um valor que não consta na minha apreciação de conceitos.
Mais tarde, não muito, fui colocado na lista restrita dos elementos a abater. E por uma compensação ridicula face ao valor que eu tinha de mim.
Ousei recusar. Esperei em baixa médica impeditiva de acção, baixa sustentada, claro.
Ousei ainda litigar em local próprio, o tribunal, e escudado na baixa médica sustentada ,dividas vencidas por trabalhos descomunais a desoras.
E não é que venci! Em toda a linha!...
O tipo foi afastado por inoperância de resultados.
E eu, grão insignificante no sistema, sózinho com a minha vontade, com a minha revolta e apoiado num defensor autorizado e competente, assinei um acordo com o novo e efémero administrador, dez vezes superior ao inicialmente proposto.
É o que eu chamo por em causa o triundo da mediocridade na nossa sociedade
A verdade é que eles continuam lá, mas por pouco mais tempo.
Assim nós queiramos. Rompamos de vez com a humildade bacoca que nos arreda da ribalta.
Ousemos, ousai, arrebatar o que nos,vos pertence, a criatividade, o sucesso, as boas práticas, os lucros na economia e na educação, o reconhecimento por nós do valor que temos
Eu estou aqui. Teso, mas aqui, na primeira linha contra a usurpação da glória de ser parte
Blog de intervenção e reflexão e alguma literatura, numa salada que pretendo harmoniosa e saudável.
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28/06/2008
OUSAR VENCER A MEDIOCRIDADE
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13/04/2008
S.MIGUEL,AÇORES,O SONHO DE ESTAR VIVO-Parte II
A garrafa vazia/de Manuel Maria. A voz rouca, dolente, de Zeca Medeiros, no Cantinho dos Anjos, café rente à rua, na esquina de quem sai do Alcides, onde o Sr. José grava com mestria e paciência Franciscana, o nome de clientes afectos em taças de vinho ou licor, balões de Whisky e os oferece agradecendo a visita . A paixão de ser pessoa.
A decoração a lembrar outros povos, vitórias e derrotas, evidências de culturas, mimos de simpatia Açoriana , num ambiente acolhedor onde bonitas raparigas a sós ou em grupo falam de realidades e de sonhos e soltam gargalhadas diáfanas de alegria esfusiante, construindo certezas no perfume dos aromas.
Que povo é este? Que cruzamento, ou raça pura?
A bela Estela, briosa, de aspecto grave, atento, responsável no atendimento de e sobre cultura e que se diverte à noite em paródias inocentes de procura.
A divina Venilde , linda, o nome a sugerir veleidades de Olimpo, mas terrena, sonhadora e as partidas que a vida lhe pregou. Marco! Como te meteste, meteram nisso? Que tragédia ou ambição te levou ao tráfico, a destruir em lágrimas de sofrimento e dor, os sonhos encantados da mulher que te amava? Do povo que te gerou? As noites pela madrugada na explanação de projectos limpos de droga!...
O Gil do Couto, homem grande na sabedoria humilde sobre a superficialidade enfatuada. A paixão na crença dos milagres do Senhor Santo Cristo. A lisura de uma personalidade sã e conjugativa de amores comuns. O filho Francisco e a pesquisa dos fundos Oceânicos em busca, talvez de Atlântida e Znaida , artesã, o sentido prático da vida, taxativa.
A visita à estufa onde crescem, eu diria milagres gustativos, os saborosos ananases . Abastecer a garrafeira com o licor afrodisíaco do seu néctar.
O dia, onde o Sol e a humidade confraternizam, convida à procura de ambientes mais frescos.
O aroma especifico das infusões naturais. A única plantação em toda a vasta Europa. Os processos manuais de escolha, purificação e embalagem.
A Ribeira Grande. A escavação natural das água vindas da serra em direcção ao mar. O aproveitamento magnifico das margens, convertidas em lugares aprazíveis de lazer e convívio entre povos. As pessoas. Clara, a contagiante melodia das palavras.
E Rabo de Peixe. O lugar maldito, onde a vida se faz ao mar. Tido como perigoso, povoado por inadaptados da comum das gentes da ilha. Bêbados , arruaceiros, oportunistas que obrigam os filhos a não faltar à escola para não lhes cortarem os subsídios estatais, pescadores invejosos, ladrões, piratas. Tudo isto me foi dito. Mas, a avaliar pela obrigação de mandar os filhos à escola, tenho esperança na regeneração.
registed by: Samuel Dabó
A decoração a lembrar outros povos, vitórias e derrotas, evidências de culturas, mimos de simpatia Açoriana , num ambiente acolhedor onde bonitas raparigas a sós ou em grupo falam de realidades e de sonhos e soltam gargalhadas diáfanas de alegria esfusiante, construindo certezas no perfume dos aromas.
Que povo é este? Que cruzamento, ou raça pura?
A bela Estela, briosa, de aspecto grave, atento, responsável no atendimento de e sobre cultura e que se diverte à noite em paródias inocentes de procura.
A divina Venilde , linda, o nome a sugerir veleidades de Olimpo, mas terrena, sonhadora e as partidas que a vida lhe pregou. Marco! Como te meteste, meteram nisso? Que tragédia ou ambição te levou ao tráfico, a destruir em lágrimas de sofrimento e dor, os sonhos encantados da mulher que te amava? Do povo que te gerou? As noites pela madrugada na explanação de projectos limpos de droga!...
O Gil do Couto, homem grande na sabedoria humilde sobre a superficialidade enfatuada. A paixão na crença dos milagres do Senhor Santo Cristo. A lisura de uma personalidade sã e conjugativa de amores comuns. O filho Francisco e a pesquisa dos fundos Oceânicos em busca, talvez de Atlântida e Znaida , artesã, o sentido prático da vida, taxativa.
A visita à estufa onde crescem, eu diria milagres gustativos, os saborosos ananases . Abastecer a garrafeira com o licor afrodisíaco do seu néctar.
O dia, onde o Sol e a humidade confraternizam, convida à procura de ambientes mais frescos.
O aroma especifico das infusões naturais. A única plantação em toda a vasta Europa. Os processos manuais de escolha, purificação e embalagem.
A Ribeira Grande. A escavação natural das água vindas da serra em direcção ao mar. O aproveitamento magnifico das margens, convertidas em lugares aprazíveis de lazer e convívio entre povos. As pessoas. Clara, a contagiante melodia das palavras.
E Rabo de Peixe. O lugar maldito, onde a vida se faz ao mar. Tido como perigoso, povoado por inadaptados da comum das gentes da ilha. Bêbados , arruaceiros, oportunistas que obrigam os filhos a não faltar à escola para não lhes cortarem os subsídios estatais, pescadores invejosos, ladrões, piratas. Tudo isto me foi dito. Mas, a avaliar pela obrigação de mandar os filhos à escola, tenho esperança na regeneração.
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31/03/2008
EU, homem,macho latino-ELA mulher, fêmea latina
Eu, homem, macho latino, hoje, aprontei a mesa para o almoço e o jantar. Já tinha preparado o pequeno almoço.
Arrumei a louça na máquina.
Levei o lixo para o caixote. Dei comer, restos, aos gatos a cães vadios, da rua.
Ela, fêmea Latina, hoje, pôs e tirou roupa por duas vezes, na máquina. Estendeu a roupa nas cordas e apanhou-a mais tarde, quando secas e antes de começar a chover. Desinfectou a casa de banho, o sitio do fogão, a cozinha, a sala, o quarto, fez o almoço, o jantar, engomou roupa e cozeu algumas peças, minhas e dela, desconcertadas e ainda lavou as escadas, que hoje era o nosso dia, isto é, dela.
Á noite, no balanço do dia, prometi que no futuro, se lá chegar com saúde, tomarei conta de mais algumas tarefas para a ajudar.
Quanto ao resto.!... Claro que levei nega.
Arrumei a louça na máquina.
Levei o lixo para o caixote. Dei comer, restos, aos gatos a cães vadios, da rua.
Ela, fêmea Latina, hoje, pôs e tirou roupa por duas vezes, na máquina. Estendeu a roupa nas cordas e apanhou-a mais tarde, quando secas e antes de começar a chover. Desinfectou a casa de banho, o sitio do fogão, a cozinha, a sala, o quarto, fez o almoço, o jantar, engomou roupa e cozeu algumas peças, minhas e dela, desconcertadas e ainda lavou as escadas, que hoje era o nosso dia, isto é, dela.
Á noite, no balanço do dia, prometi que no futuro, se lá chegar com saúde, tomarei conta de mais algumas tarefas para a ajudar.
Quanto ao resto.!... Claro que levei nega.
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27/03/2008
EU ( TU ) LOTUS
Ali, onde estavas, esplendorosa, onde bebia do néctar fértil das tuas palavras, na paz serena que procuravas, inquieta e bela, lançando pedaços de ti que eram comuns a tantos de nós.
Ali ,onde criei o hábito de acordar a meio da noite e postar-me, abstracto e sonhador, talvez sonâmbulo, sorvendo os teus doces tormentos, encontrar-te igualmente alerta, naquele teu espaço que eu reservara em absoluto para mim, que tornara meu, para te ter sempre presente,. na luta pela tua afirmação pessoal que me nos contagiava .
Ali, onde o mundo ganhava formas de ser no complemento abissal e cósmico de duas gerações comprometidas com passados distintos mas afins no desejo sublime de ser feliz.
Ali onde te coloquei, em pedestal de pétalas viçosas, como ídolo de adoração, e te dei todo o fogo do amor puro da amizade, me inquietei , me inquieto,por ti, na ânsia de saber se ainda és o Eu que idolatrei, se desististe de cumprir o teu destino.
Ali, minha amiga, reina agora o silêncio, o deserto, a desolação da dúvida, da culpa, de não ter sido suficiente, de não saber o que fazer, procurar-te, procurar-te, num espaço tão ilimitado e temer que não tenha tempo de ter a felicidade de voltar a deslumbrar-me com o teu sorriso lindo. adivinhado por entre brumas de esperança.
Ali ,onde criei o hábito de acordar a meio da noite e postar-me, abstracto e sonhador, talvez sonâmbulo, sorvendo os teus doces tormentos, encontrar-te igualmente alerta, naquele teu espaço que eu reservara em absoluto para mim, que tornara meu, para te ter sempre presente,. na luta pela tua afirmação pessoal que me nos contagiava .
Ali, onde o mundo ganhava formas de ser no complemento abissal e cósmico de duas gerações comprometidas com passados distintos mas afins no desejo sublime de ser feliz.
Ali onde te coloquei, em pedestal de pétalas viçosas, como ídolo de adoração, e te dei todo o fogo do amor puro da amizade, me inquietei , me inquieto,por ti, na ânsia de saber se ainda és o Eu que idolatrei, se desististe de cumprir o teu destino.
Ali, minha amiga, reina agora o silêncio, o deserto, a desolação da dúvida, da culpa, de não ter sido suficiente, de não saber o que fazer, procurar-te, procurar-te, num espaço tão ilimitado e temer que não tenha tempo de ter a felicidade de voltar a deslumbrar-me com o teu sorriso lindo. adivinhado por entre brumas de esperança.
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